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Avaliação da resposta imune induzida por células dendríticas na Cromoblastomicose

Processo: 17/10790-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2017
Vigência (Término): 30 de junho de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Pesquisador responsável:Sandro Rogerio de Almeida
Beneficiário:Larissa Neves Monteiro Paulo
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Cromoblastomicose   Células dendríticas   Fonsecaea pedrosoi   Interações hospedeiro-parasita

Resumo

A Cromoblastomicose é uma doença sub-cutânea de alta incidência, considerada um desafio por muitos profissionais, pelo fato de não possuir tratamento eficiente, nem profilático. Um dos agentes causadores dessa doença é o fungo Fonsecaea pedrosoi. Devido à cronicidade da infecção, as taxas de cura são baixas, de uma forma geral, apresenta-se na região podal, e com menor frequência em mãos e braços. Observa- se a presença de lesão papular de superfície lisa e eritematosa que gradualmente aumenta de tamanho e se torna descamativa. Os mecanismos imunológicos envolvidos na prevenção e controle da infecção por F. pedrosoi ainda são desconhecidos. Alguns estudos têm focado na interação fungo-hospedeiro, mostrando que a ativação da resposta imune celular do tipo Th1, é a mais importante no controle da infecção. Nos últimos anos, vários aspectos da biologia de células dendríticas foram esclarecidos e comisso, novas estratégias de tratamento e vacinação utilizando-se essas células tem sido empregadas. O racional para o uso de células dendríticas como o ponto principal para o desenvolvimento de estratégias de vacinação e imunoterapia baseia-se nas propriedades biológicas dessas células, de possuir os processos de captura, processamento e apresentação de antígenos a linfócitos T "naive", que são altamente eficientes, resultando em uma resposta imune específica, interagindo os sistemas imune inato e adaptativo. Considerando a epidemiologia da Cromoblastomicose no Brasil e o desconhecimento da relação parasito-hospedeiro propomos estudar a interação de células dendríticas frente aos conídios de F. pedrosoi e desenvolver uma estratégia de vacinação baseada nas propriedades dessas células pulsadas com o fungo. (AU)

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