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Efeito dos leucotrienos na proliferação de osteoblastos

Processo: 17/12327-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2017
Vigência (Término): 31 de outubro de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia
Pesquisador responsável:Rodrigo Cardoso de Oliveira
Beneficiário:José Carlos Guareschi Filho
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Leucotrienos   Osteoblastos   Proliferação celular   Metabolismo ósseo   Bioquímica   Modelos animais

Resumo

O metabolismo ósseo é regulado por diversos fatores e diferentes vias de sinalização e reguladores transcricionais desencadeados pela interação entre moléculas locais e sistêmicas, onde hormônios, citocinas e mediadores lipídicos atuam de maneira autócrina, parácrina e endócrina. É conhecido na literatura que processos inflamatórios regidos por mediadores específicos no microambiente ósseo são capazes de modular a osteoclastogênese e, portanto, o metabolismo ósseo. Os leucotrienos (LTs) são mediadores inflamatórios sintetizados por osteoblastos e osteoclastos e sinalizam por meio de receptores do tipo transmembrana acoplados a proteína G. Eles são derivados do ácido araquidônico por meio da via 5-lipoxigenase (5-LO), enzima responsável pela síntese de LTs. A literatura mostra que os LTs induzem a reabsorção óssea e a osteoclastogênese, porém existem poucos trabalhos evidenciando os seus efeitos na osteogênese. Além disso, a via das proteínas quinases ativadas por mitógeno (MAPK - ERK) é uma das principais vias de sinalização intracelular envolvidas em diversas funções celulares, modulando a proliferação e diferenciação celular. Portanto, neste estudo iremos investigar o papel dos LTs na proliferação de osteoblastos. Assim, em células de camundongos 129/Sv (wild type - WT) e 5-LO Knockout (5-LO KO), pretendemos avaliar a proliferação celular por meio da citometria de fluxo e MTT, além de avaliar a expressão gênica de marcadores de proliferação óssea por qPCR, na presença ou não do inibidor da síntese de LTs (o composto MK 886), ou dos antagonistas dos receptores BLT1/2 e cisLT1/2. Além disso, iremos investigar o envolvimento da ativação da via de sinalização ERK1,2 nestas respostas, utilizando o seu inibidor específico e/ou avaliando a sua ativação durante a proliferação, por western blotting. (AU)