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Estudo da variação temporal da prevalência do circovírus suíno (PCV, PCV1 e PCV2) e dos genótipos do circovírus suíno 2 (PCV2) no Brasil de 2009 a 2017

Processo: 17/13100-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2017
Vigência (Término): 31 de agosto de 2018
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva
Pesquisador responsável:Taís Fukuta da Cruz
Beneficiário:Camila Percário Rodrigues
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Suínos   Prevalência   Genótipo   Circovirus   Mutação   Doenças infecciosas em animais   Reação em cadeia da polimerase via transcriptase reversa quantitativa (qRT-PCR)

Resumo

Os circovírus suínos pertencem à família Circoviridae, gênero Circovirus. O circovírus suíno 1 (PCV1) é considerado um vírus apatogênico, enquanto o circovírus suíno 2 (PCV2) está associado com várias síndromes, denominadas coletivamente de doenças do circovírus suíno (PCVD). Com o surgimento das vacinas comerciais baseadas no genótipo PCV2a, o controle da doença tornou-se eficaz, assim a vacinação é uma medida de controle e prevenção bastante utilizada em vários países, inclusive no Brasil. Entretanto, a preocupação com o surgimento de variantes do PCV2 tornou-se elevada, pois o PCV2 apresenta uma alta taxa de substituição de nucleotídeos, mantendo uma rápida evolução viral. Assim, essas características favorecem a rápida emergência de mutantes virais. Deste modo, para o PCV2 cinco genótipos (PCV2a a PCV2e) já foram descritos e, recentemente, a mudança do genótipo PCV2b para o PCV2d foi associada com casos de suspeita de falha vacinal em vários países. Como no Brasil há poucos estudos envolvendo a detecção dos PCV e dos genótipos do PCV2, este trabalho tem como objetivo determinar variação temporal na prevalência do PCV em amostras de sangue total (n = 16.346) de suínos provenientes de granjas comerciais do Brasil, de abril de 2009 a maio de 2017, previamente quantificadas pela PCR quantitativa (qPCR). Em seguida, amostras de sangue total (n = 387) positivas para PCV pela qPCR serão testadas para PCV1, PCV2, genótipos PCV2a, PCV2b e PCV2d pela qPCR. Os resultados encontrados neste estudo poderão auxiliar na prevenção, controle e no diagnóstico das PCVD no Brasil, principalmente com relação ao surgimento de mutantes do PCV2 devido à falha vacinal. (AU)