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Avaliação da força muscular periférica e capacidade de exercício em pacientes com Escoliose Idiopática do Adolescente

Processo: 17/10271-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2017
Vigência (Término): 31 de julho de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Milena Carlos Vidotto
Beneficiário:Renata Kan Nishiaka
Instituição-sede: Instituto de Saúde e Sociedade (ISS). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Baixada Santista. Santos , SP, Brasil
Assunto(s):Caminhada   Escoliose   Aptidão física   Força muscular   Exercício físico   Adolescentes

Resumo

A escoliose idiopática do adolescente (EIA) representa 80% de todas as escolioses idiopáticas, com prevalência estimada entre 2% e 4% de todos os adolescentes com idades entre 10 e 16 anos. Além das alterações respiratórias, pacientes com EIA apresentam diminuição da capacidade funcional de exercício independente da gravidade da doença. Existem relatos na literatura sobre alterações nutricionais e disfunção muscular generalizada nestes pacientes que podem influenciar a capacidade funcional de exercício. Objetivos: Avaliar em indivíduos com EIA e em adolescentes saudáveis a força de músculos periféricos e respiratórios, a composição corporal, a capacidade funcional de exercício e a função pulmonar. Além de avaliar em pacientes com EIA as correlações entre a força de músculos periféricos e a capacidade funcional de exercício, a composição corporal, a força de músculos respiratórios, a função pulmonar e a angulação da coluna vertebral. Metodologia: Será realizado um estudo transversal com amostra de 20 pacientes com EIA e 20 indivíduos saudáveis. Os participantes serão submetidos as seguintes avaliações: antropometria e composição corporal, função muscular, aptidão cardiorrespiratória, espirometria e manovacuometria. A função muscular será avaliada em um dinamômetro isocinético de acordo com métodos previamente descritos. A composição corporal será determinada por impedância bioelétrica. A aptidão cardiorrespiratória será avaliada utilizando o Incremental Shuttle Walking Test (ISWT). Os gases expirados durante o teste serão analisados por um analisador de gases portátil. A espirometria e a força dos músculos respiratórios serão realizadas de acordo com as recomendações da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia. Método estatístico: Os dados serão avaliados descritivamente e apresentados como média e desvio-padrão ou como mediana (intervalo interquartil). Para comparação das médias ou medianas das variáveis entre os pacientes e os indivíduos saudáveis será utilizado o teste t não pareado ou Mann-Whitney, respectivamente. As correlações entre as variáveis estudadas serão avaliadas pelos coeficientes de correlação de Pearson ou Spearman. A probabilidade de erro alfa será estipulada em 5% para todas as análises. (AU)