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RNAs não codificantes em ascídias coloniais

Processo: 17/13758-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2017
Vigência (Término): 31 de julho de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Morfologia dos Grupos Recentes
Convênio/Acordo: ANR
Pesquisador responsável:Federico David Brown Almeida
Beneficiário:David dos Santos Soares
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:15/50164-5 - Células-tronco, brotação e a evolução da colonialidade em ascídias, AP.JP
Assunto(s):Biologia do desenvolvimento   RNA não traduzido

Resumo

Uma abordagem genômica comparativa foi lançada no laboratório em colaboração com o Laboratório de Bermúdez (Colômbia) e o estudo do Laboratório Tiozzo (França), a fim de compreender melhor a evolução da transição de história de vida em cordados marinhos, em particular a transição evolutiva de propagação sexual para a assexual. A dimensão e a complexidade do genoma relacionadas com a evolução da colonialidade como uma história de vida continua a ser explorada e, em um espectro de interesse mais amplo, esperamos levantar questões novas e originais sobre como a evolução de diferentes estratégias reprodutivas poderia moldar a estrutura de um genoma .Um interesse recente em pesquisa de nosso laboratório em colaboração com Clara Bermúdez (Universidade Nacional, Bogotá) é explorar a evolução dos RNAs não codificantes em ascidians coloniais. Em particular, microRNAs e os RNAs não codificantes de cadeia longa regulam a manutenção, o comprometimento ou o destino das linhagens de células-tronco progenitoras. Os RNAs não codificantes podem revelar mecanismos regulatórios específicos de importantes caminhos de desenvolvimento envolvidos na reprodução de brotos ou clonais? Em que medida as mudanças nos genes relacionados aos RNAs não codificantes podem afetar a evolução de novas histórias de vida em animais? Para responder a estas questões, propomos gerar predições e validações de genes de RNA não codificante para todos os genomas de ascídias da família Styelidae em colaboração com Clara Bermúdez na Universidade Nacional de Colômbia, Bogotá e Arjan Gittenberger (GIMARIS, Amsterdã). Por homologia e estrutura, já havíamos previsto a existência e possíveis funções dos RNAs não codificantes nos genomas das espécies coloniais Botryllus schlosseri e Didemnum vexillum e os comparamos com genomas de tunicados solitários, incluindo Ciona spp., Molgula spp. e Oikopleura dioica. Esses estudos comparativos já geraram um punhado de RNAs não codificantes candidatos, incluindo os assim chamados Incomirs (micro RNAs oncogênicos) envolvidos na função de células estaminais de câncer, ou snRNAs e snoRNAs envolvidos no processamento de RNA, que precisam ser validados para funções celulares relacionadas à regeneração ou brotação em ascídias coloniais (não publicados). Uma visão geral dos RNAs não codificantes em um contexto filogenético mais amplo nos permitirá entender como esses genes mudam, duplicam, surgem de novo ou se perdem durante a evolução da transição da condição solitária para a colonial (AU)