| Processo: | 17/00864-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Zootecnia - Produção Animal |
| Pesquisador responsável: | Kênia Cardoso Bícego |
| Beneficiário: | Lara do Amaral Silva |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 17/21581-2 - Inflamação em aves expostas a dioxinas (Gallus gallus): Respostas moleculares a sistêmicas, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Fisiologia animal Termogênese Regulação da temperatura corporal Perda de calor Inflamação Prostaglandina D2 Dinoprostona |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | consumo de oxigênio | inflamação sistêmica | perda de calor | prostaglandinas | termoefetores | termogênese | termorregulação | Fisiologia Animal |
Resumo Durante estados de sepse severa e respostas inflamatórias sistêmicas associadas, pode ocorrer queda de temperatura corporal (Tc) em vez de febre. Anteriormente considerada uma resposta de descontrole do organismo, essa queda de Tc tem sido interpretada atualmente em mamíferos como um evento regulado, transitório e benéfico. Apesar de já ter sido descrita em aves, não há nenhuma evidência de que essa resposta térmica seja regulada ou não e quais os mecanismos específicos envolvidos na resposta bifásica (queda inicial de Tc seguida de febre) frente à inflamação sistêmica. Assim, a hipótese do presente estudo é que a queda de Tc frente à inflamação sistêmica em aves é uma resposta regulada, mediada por agentes pró-inflamatórios específicos e que significa uma redução de gasto energético para o animal. Para testar essa hipótese, utilizaremos o modelo de injeção periférica de alta dose de LPS (endotoxina de bactéria Gram negativa; 100 ¼g kg-1) em pintinhos de frangos de corte de 5 dias de idade, para avaliar, durante a resposta bifásica: i) as respostas termoefetoras autonômicas (taxa metabólica, ventilação pulmonar, índice de perda de calor cutâneo) e comportamental (agrupamento); ii) as atividades mitocondriais muscular e hepática; iii) as respostas termoefetoras diante de redução da disponibilidade energética do animal; e iv) a função das ciclooxigenases 1 e 2 assim como das prostaglandinas E2 e D2. (AU) | |
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