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Atuação das células NKT e ILC na resposta imune de pacientes coinfectados por HIV e M. leprae

Processo: 16/21230-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2017
Vigência (Término): 31 de agosto de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Karina Inacio Ladislau de Carvalho
Beneficiário:Juliana Rodrigues Zampieri
Instituição-sede: Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein (IIEPAE). Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein (SBIBAE). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Hanseníase   HIV   Mycobacterium leprae   Coinfecção   Resposta imune   Imunologia

Resumo

A Síndrome da Imunodeficiência Humana (AIDS) é causada pelo vírus da Imunodeficiência Humana (HIV), que ataca os linfócitos T auxiliador CD4, debilitando a defesa imunológica do portador, apresentando grande prevalência em países em desenvolvimento. Outra patologia, a hanseníase, é causada pelo Mycobacterium leprae, tendo como principais manifestações à infecção de pele e nervos. Contudo, a hanseníase é uma doença com baixa taxa de proliferação e patogenicidade e ainda não se sabe quais fatores levam os indivíduos desenvolver essa doença. São relatados inúmeros casos de pacientes coinfectados pelo HIV e pelo M. leprae, sendo que a interação entre os dois patógenos ainda não foi completamente esclarecida. O nosso grupo, em 2012 descobriu que em pacientes coinfectados havia diminuição do número de células NKT (natural killers T CD1d) e havia o aumento da secreção da citocina Interferon gama (IFN-³). Em outra pesquisa demonstramos que as células linfóides inatas (ILCs), que são componentes importantes da reconstituição tecidual, estavam presentes em maior quantidade nesses pacientes, contudo sua funcionalidade estava diminuída em relação a IL-4 e IL-13. Portanto, o objetivo do projeto é verificar se as células NKT e ILCs se influenciam na resposta imune de pacientes coinfectados com M. leprae e HIV avaliando a possibilidade de potencializar a resposta imune desses pacientes, aumentando a qualidade de vida e diminuindo a dor dos mesmos. (AU)