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Efeito agudo da estimulação periférica mecânica automática no padrão de ativação dos músculos do tornozelo durante a marcha em indivíduos com Doença de Parkinson

Processo: 17/07434-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2017
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Nise Ribeiro Marques
Beneficiário:Vinicius Christianini Moreno
Instituição-sede: Centro de Ciências da Saúde. Universidade do Sagrado Coração (USC). Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Doença de Parkinson   Eletromiografia   Marcha (locomoção)   Biomecânica   Cinemática

Resumo

A Doença de Parkinson é uma doença que acomete, principalmente, a população idosa e é caracterizada pelos sintomas de acinesia, tremor, rigidez muscular e bradicinesia. Com a progressão da doença, uma perturbação na marcha, conhecida como freezing, manifesta-se nos pacientes, aumentando a incidência de quedas e a redução da qualidade de vida. A estimulação periférica mecânica automática (EPMA) é aplicada, por meio de um dispositivo terapêutico, que é ajustado aos pés do paciente, para fornecer pressão em dois pontos na região plantar gerando um estímulo doloroso. Objetivo: Analisar o efeito de uma sessão de EPMA no padrão de recrutamento (ativação, co-contração e onset) dos músculos estabilizadores do tornozelo durante a marcha em indivíduos com doença de Parkinson. Métodos: Serão avaliados indivíduos diagnosticados com a doença de Parkinson, recrutados de um grupo de atividade física especifico. Os pacientes serão avaliados pela escala de incapacidade de Hoehn e Yahr e pela escala unificada de avaliação da doença de Parkinson (UPDRS). Os sinais eletromiográficos (EMG) dos músculos gastrocnêmio medial e lateral e sóleo serão coletados durante as contrações isométricas voluntarias máximas (CIVM) e durante a marcha. Também serão posicionados sensores footswitches no calcâneo e na base do hálux para determinação das fases da marcha. Duas intervenções serão realizadas: o protocolo de EPMA e o placebo nos mesmos pontos anatômicos da EPMA. A ordem das condições será definida aleatoriamente. A avaliação da marcha será realizada em uma passarela de 20 metros de comprimento, na qual serão descartadas as passadas realizadas nos cinco metros iniciais e finais para a análise dos dados. Os participantes serão orientados a caminhar em velocidade de preferência e serão consideradas para a análise 10 passadas. Um período mínimo de 72 horas será dado de intervalo entre cada coleta. O padrão de ativação muscular será analisado por meio: da ativação muscular, calculada pela média do envoltório linear normalizado; pela co-contração muscular entre gastrocnêmio medial/soleo e gastrocnêmio lateral/sóleo; e pelo onset desses músculos. Os dados serão comparados por meio de testes estatísticos apropriados e o nível de significância será ajustado em p < 0,05. (AU)