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Efeito do transplante de células tronco neurais associado ao exercício resistido em camundongos transgênicos para a Doença de Alzheimer

Processo: 17/15128-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2017
Vigência (Término): 30 de setembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Beatriz de Oliveira Monteiro
Beneficiário:Henrique Correia Campos
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Doença de Alzheimer   Hipocampo   Exercício físico   Memória (psicologia)   Transtornos cognitivos   Neurofisiologia   Modelos animais de doenças

Resumo

A doença de Alzheimer (DA) é clinicamente caracterizada pela perda progressiva de memória, disfunção comportamental e de aprendizagem e déficits cognitivos. Suas principais características fisiopatológicas são o aumento de placas extracelulares de proteína ²-amilóide (²‘) e emaranhados neurofibrilares intracelulares de proteina tau. Para o estudo experimental da DA foram desenvolvidos modelos de animais transgênicos com produção de placas ²‘ e de emaranhados neurofibrilares que representam bem as principais características da doença. Modelos animais de camundongos duplos transgênicos (APP/PS1) têm sido amplamente utilizados em diversos estudos sobre DA, pois apresenta formação de placas ²‘ facilmente detectáveis no córtex e hipocampo a partir dos 6 meses de idade, além de déficits cognitivos em idades mais precoces. De acordo com estudos realizados em modelos transgênicos, o exercício físico pode retardar o processo da neurodegeneração na DA, e assim reduzir os riscos de desenvolvimento da doença em humanos. As células tronco neurais (NSC) são capazes de gerar populações celulares específicas como neurônios, astrócitos e oligodendrócitos. Estudos indicam que o transplante de NSC deve contribuir para a recuperação de funções cognitivas e regeneração neuronal, reduzindo a formação de placas ²‘ e melhorando a função cognitiva. Desta forma a hipótese desse estudo é que o transplante de NSC, associado a um programa de exercício físico resistido, deve interferir na neurogênese hipocampal, formação de placas ²‘ e redução da inflamação no córtex e no hipocampo de animais transgênicos para a DA, além de reduzir os sintomas clínicos de prejuízos da memória e declínio de déficit cognitivo. Desta forma, este trabalho visa investigar o efeito do transplante de NSC associado ao exercício físico resistido, na recuperação da condição neuropatológica em animais transgênicos para a DA. (AU)

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