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Engenharia de película adquirida para o controle da erosão dentária: avaliação in situ do potencial protetor de uma nova cistatina derivada da cana-de-açúcar

Processo: 17/04857-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de outubro de 2017
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Odontologia Social e Preventiva
Pesquisador responsável:Marília Afonso Rabelo Buzalaf
Beneficiário:Vinícius Taioqui Pelá
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):19/08437-5 - Engenharia da película adquirida para proteção contra a erosão dentária: uso de um novo refletômetro óptico portátil para avaliar o papel protetor de proteínas/peptídeos, BE.EP.DR
Assunto(s):Erosão dentária   Película dentária   Bioquímica   Cistatinas   Cana-de-açúcar

Resumo

Recentemente, procedimentos envolvendo "Engenharia de Película adquirida" têm sido propostos como uma nova estratégia para o controle da erosão dentária. A incorporação de ativos em soluções para bochecho ou géis, poderia favorecer habilidade da Película Adquirida do Esmalte (PAE) em proteger contra a erosão. Experimentos preliminares do nosso grupo revelaram que a CaneCPI-5, uma proteína da cana-de açúcar, foi capaz de proteger o esmalte contra a erosão inicial in vitro. Assim, este projeto apresenta dois objetivos gerais: 1) comparar a composição proteica da PAE formada in vitro, in situ e in vivo; 2) avaliar o potencial protetor da modificação da PAE com CaneCPI-5 (em diferentes veículos de aplicação) contra a erosão dentária in situ. No primeiro estudo, 96 espécimes de esmalte humano (4x4mm) serão confeccionados e divididos para as etapas in vitro e in situ. Para a etapa in vitro, saliva não estimulada será coletada de 8 voluntários para a formação da PAE por duas horas. A PAE será coletada com bolas de algodão fervidas por 1 minuto em solução de SDS. Para a etapa in situ, 8 voluntários utilizarão um aparelho mandibular removível por duas horas, contendo 6 blocos de esmalte cada. A coleta será feita utilizando um papel filtro de eletrodo pré-mergulhado em ácido cítrico 3%. Na etapa in vivo, a coleta será da mesma forma da etapa in situ, mas a PAE será coletada da superfície vestibular dos dentes superiores e inferiores. Todas as amostras serão processadas por nLC-ESI-MS/MS. Os espectros MS/MS obtidos serão confrontados com bases de dados proteínas humanas. A significância das razões de expressão relativa será expressa como p<0,05 para as proteínas subrreguladas e 1-p>0,95 para as proteínas superreguladas. Na segunda etapa do projeto, serão confeccionados 360 espécimes de esmalte bovino e divididos em dois grandes grupos: solução (n=180) e gel (n=180). Cada grupo será dividido em dois tipos de procedimento: erosão (n=90) e erosão+abrasão (n=90) e para cada um deles o estudo será conduzido em 3 fases de acordo com o tratamento: solução experimental CaneCPI-5 0,1 mg/ml (n=30); solução comercial com SnCl2/NaF/AmF (n=30); solução placebo (água destilada) (n=30). 15 voluntários utilizarão um aparelho palatino por 5 dias em cada fase, sendo realizado desafio erosivo com ácido cítrico a 0,1%, seguido ou não por desafio abrasivo. A avaliação do desgaste será feita por perfilometria de contato. Os dados serão checados em relação à normalidade e homogeneidade, para seleção do teste estatístico apropriado (p<0,05). (AU)

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