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Redes agroalimentares alternativas e consumo na produção do espaço urbano: estudo de caso comparativo Brasil-Colômbia

Processo: 17/04041-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de outubro de 2017
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Geografia - Geografia Humana
Pesquisador responsável:Maria Encarnação Beltrão Sposito
Beneficiário:César Andrés Alzate Hoyos
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):19/16808-3 - Alternative Food Networks no Japão - a dialética rural-urbana, BE.EP.DR
Assunto(s):Economia urbana   Espaço urbano   Consumo de alimentos   Brasil   Colômbia

Resumo

No contexto global, as justificativas para legitimar a pouca efetividade das políticas e estratégias para enfrentar a fome, são até certo ponto pouco acreditáveis, principalmente quando o lucro decorrente da fome é imperante. Quais estratégias e respostas por parte da população civil encaram este problema através do reconhecimento da qualidade, territorialidade, segurança e soberania alimentar? Nesta pesquisa, propomos uma abordagem reticular das experiências chamadas "alternativas", utilizando o conceito de Redes Agroalimentares Alternativas (RAA ou com suas siglas em inglês AFN - Alternative Food Networks), porém, assumimos como método procedimental, a análise comparativa entre duas cidades (Curitiba-Brasil e Medellín-Colômbia), para abordar assim, as RAAs através da produção do espaço urbano, sendo esta dinamizada desde os espaços de consumo e, abordando metodologicamente as oposições e contradições, de dependências e complementaridades de dois pares dialéticos: o sistema agroalimentar dominante e as Redes Agroalimentares Alternativas e a inserção destas nos circuitos da economia urbana. Isto com o fim de analisar como este tipo de redes podem a partir de um consumo diferenciado, reorganizar os circuitos de distribuição-comercialização, assim como o mesmo circuito de produção numa continuidade territorial. (AU)