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Há diferenças nos fatores que explicam a presença de alterações musculoesqueléticas relacionadas ao trabalho entre homens e mulheres que realizam a mesma atividade ocupacional?

Processo: 17/04632-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2017
Vigência (Término): 30 de setembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Roberta de Fátima Carreira Moreira Padovez
Beneficiário:Thayssa Afonso Souza
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Estudos de gênero   Local de trabalho   Ergonomia   Distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho   Fisioterapia

Resumo

Diversos fatores contribuem para as diferenças de sexo/gênero que potencialmente justificariam a maior prevalência de distúrbios osteomusculares relacionadas ao trabalho (DORT) entre mulheres. Contudo, não há consenso na literatura quanto à diferença de sexo/gênero na prevalência de DORT, até mesmo quando são analisados trabalhadores que realizam a mesma atividade ocupacional. Objetivo: Avaliar, por meio de um estudo de revisão sistemática, se há diferença na prevalência de alterações musculoesqueléticas relacionadas ao trabalho entre homens e mulheres que realizam a mesma atividade e identificar os fatores associados a essas alterações para os diferentes grupos ocupacionais. Método: Serão seguidas as recomendações do PRISMA e Colaboração Cochrane para estudos de revisão sistemática. As bases: PubMed, MEDLINE, Embase, Cochrane, Web of Science e CINAHAL serão consultadas. Dois revisores independentes selecionarão os estudos pertinentes e discordâncias serão solucionadas por consenso. Serão incluídos estudos transversais e de corte investigando a prevalência/incidência de alterações musculoesqueléticas entre homens e mulheres realizando a mesma atividade ocupacional. A avaliação da qualidade metodológica será realizada com base na escala proposta por Hoofman et al para estudos epidemiológicos. A síntese de evidência será realizada por meio do sistema GRADE (Grading of Recommendations Assessment, Development and Evaluation). Expectativas: Espera-se que os resultados contribuam para a melhor compreensão dos mecanismos relacionados ao desenvolvimento de alterações musculoesqueléticas entre homens e mulheres e auxiliem o planejamento de intervenções mais efetivas e específicas, de acordo com as necessidades de cada grupo ocupacional. (AU)