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Caracterização in vivo de células-tronco mesenquimais murinas da medula óssea e do osso compacto quanto à capacidade de geração de nicho hematopoético heterotópico

Processo: 17/12663-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de outubro de 2017
Vigência (Término): 30 de setembro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Biologia Geral
Pesquisador responsável:Dimas Tadeu Covas
Beneficiário:Rafaela Rossetti
Instituição-sede: Hemocentro de Ribeirão Preto. Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP (HCMRP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/08135-2 - CTC - Centro de Terapia Celular, AP.CEPID
Assunto(s):Células-tronco mesenquimais   Medula óssea

Resumo

O nicho hematopoético é o microambiente capaz de dar suporte à hematopoese, uma vez que regula a autorrenovação, a proliferação e a diferenciação das células-tronco hematopoéticas. Sabe-se que a região do endósteo é importante para o nicho hematopoético e que dentre os tipos celulares que compõe esse nicho, encontram-se as células-tronco mesenquimais (CTMs). As CTMs da medula óssea foram inicialmente descritas como células de localização perivascular, porém estudos posteriores sugeriram que elas podem estar presentes também na região do endósteo em camundongos jovens. Dessa forma, foi proposta a hipótese da existência de duas populações distintas de CTMs na medula óssea, uma composta por células osteo-condro-reticulares, que estariam presentes no endósteo e seriam responsáveis durante a juventude pela geração e homeostase dos tecidos esqueléticos e a outra por células perissinusoidais, as quais ocupariam o nicho perivascular, gerariam tecido adiposo e participariam no reparo tecidual durante a fase adulta. Nesse contexto, nosso grupo de pesquisa observou previamente que CTMs isoladas da medula óssea e do osso compacto de camundongos da linhagem C57BL/6GFP apresentam diferenças quanto às suas características in vitro e esta proposta visa a comparação dessas células quanto à capacidade de gerar um nicho hematopoético heterotópico in vivo após transplante. O papel das CTMs na formação de um nicho hematopoético heterotópico tem um importante aspecto tanto na questão terapêutica, podendo contribuir para uma melhoria dos transplantes hematopoéticos, quanto na geração de modelos para estudos de doenças hematológicas.

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