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Controle de plantas daninhas e seletividade de herbicidas à cultura de Physalis angulata

Processo: 17/07051-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2017
Vigência (Término): 30 de setembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitotecnia
Pesquisador responsável:Pedro Luis da Costa Aguiar Alves
Beneficiário:Leandro Aparecido Chiconi
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Assunto(s):Physalis   Plantas daninhas   Controle de plantas daninhas   Controle químico   Herbicidas   Matologia

Resumo

Physalis angulata é uma planta pertencente à família Solanaceae, de pequeno porte, que possui frutos de alto valor comercial. No Brasil, a produção comercial de Physalis tem aumentado na medida em que as tecnologias de cultivo são desenvolvidas. Dentre elas, o controle de plantas daninhas torna-se essencial para o bom desenvolvimento e o aumento da produtividade. O controle químico de plantas daninhas é uma importante tecnologia para o manejo de lavouras, porém quando se trata da cultura P. angulata não há registros de herbicidas específicos para ela, sendo que muitos dos herbicidas usados são registrados para outras Solanaceae, como, por exemplo, o tomateiro. Diante disso, o objetivo deste trabalho é avaliar a seletividade de herbicidas com diferentes mecanismos de ação no controle de plantas daninhas. O experimento será conduzido em duas etapas: a primeira será em vasos com a finalidade de selecionar os herbicidas com menor fitotoxicidade. Os herbicidas estudados serão: fluazifoppbutil, metribuzim, fomesafen/fluazifoppbutil, trifluralina e cletodim com e sem adjuvante, com uma testemunha sem aplicação. Após os resultados obtidos na primeira etapa, os herbicidas que apresentarem seletividade serão utilizados no experimento a campo, para avaliar os seus efeitos no crescimento e na produtividade da cultura e eficácia no controle de plantas daninhas. Em ambos experimentos serão realizadas avaliações de fitotoxicidade aos 7, 14, 21, 28, 35 e 42 dias após a aplicação (DAA), atribuindo-se notas visuais e serão determinados ainda a altura da planta, o diâmetro do caule e o teor relativo de clorofila total, sendo que aos 42 DDA será determinada a área foliar e biomassa seca das plantas. No experimento a campo, nessas ocasiões, será avaliada a eficácia de controle dos herbicidas por meio de notas visuais e aos 90 DAA será determinada a produtividade por planta e por área. Os dados obtidos serão submetidos à análise de variância pelo teste F, e as médias serão comparadas pelo teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade. (AU)

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Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
LEANDRO APARECIDO CHICONI; ALLAN L BACHA; ANDREISA F BRAGA; WILLIANS CÉSAR CARREGA; MARILUCE P NEPOMUCENO; PEDRO LUÍS DA CA ALVES. Seletividade de herbicidas isolados e/ou com adição de adjuvantes para Physalis angulata. Horticultura Brasileira, v. 40, n. 2, p. 136-142, . (17/07051-0)

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