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Detecção antecipada de surtos epilépticos

Processo: 17/21853-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de novembro de 2017
Vigência (Término): 31 de julho de 2018
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Elétrica - Medidas Elétricas, Magnéticas e Eletrônicas, Instrumentação
Pesquisador responsável:Hilda Alicia Gomez
Beneficiário:Ana Caroline Aramaki Hitomi
Empresa:Gomez & Gomez Ltda. - ME
Vinculado ao auxílio:16/08272-8 - Detecção antecipada de surtos epilépticos, AP.PIPE
Assunto(s):Epilepsia   Ação preventiva   Sistemas de alerta   Hardware   Softwares

Resumo

Um dos grandes desafios para quem estuda epilepsia é prever quando uma crise vai acontecer. A Epistemic está desenvolvendo um dispositivo que faz justamente isso: com 25 minutos de antecedência, informa o paciente que um surto irá ocorrer. O método utilizado pela Epistemic é não invasivo e o algoritmo correspondente foi testado em informação coletada de eletroencefalogramas de pacientes com epilepsia. Os resultados tiveram uma assertividade de 90%. Os primeiros avisos ocorreram com uma antecedência média de 25 minutos. A ideia é utilizar este algoritmo para o desenvolvimento de um dispositivo para uso diário: dispositivo portátil que pode ser utilizado no dia-a-dia e dispara um alerta na iminência de um surto. Este método, utilizado num dispositivo portátil pode melhorar a qualidade de vida de pessoas com epilepsia, abrindo portas para uma vida mais autônoma e contando com a ajuda de alguém ANTES mesmo do surto acontecer. Além de alertar o usuário, o dispositivo planejado envia uma mensagem de alerta para um aplicativo que pode ser instalado no smartphone de qualquer pessoa. No caso de crianças portadoras de epilepsia, essa pessoa poderia ser um dos pais. O alerta com antecedência permite que pessoas com epilepsia possam fazer atividades que hoje não fazem, como andar de bicicleta ou dirigir. Se a pessoa souber com antecedência quando o surto vai ocorrer, ele(a) pode exercer a atividade normalmente e parar quando for avisado(a). Caso seja apropriado, a pessoa também poderia tomar um medicamento indicado. O dispositivo consiste de dois eletrodos conectados a um processador e um dispositivo vestível (wearable). Os eletrodos detectam e enviam sinais de EEG para o processador. Este último contém um software que roda constantemente e analisa esse sinal. Caso ocorra uma anomalia, ele manda um sinal de alerta para o wearable do paciente, que por sua vez reenvia esse alerta para outros dispositivos móveis cadastrados. A metodologia de detecção já foi testada e comprovada. Neste projeto o foco principal é a análise de viabilidade do hardware. (AU)