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Efeitos da fitocistatina CsinCPI-2 na doença periodontal experimental induzida em camundongos

Processo: 17/19863-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2017
Vigência (Término): 30 de novembro de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Periodontia
Pesquisador responsável:Joni Augusto Cirelli
Beneficiário:Carlos Eduardo de Azevedo Mariano
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FOAr). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil
Assunto(s):Catepsinas   Cistatinas   Doenças periodontais   Tecido conjuntivo   Modelos animais de doenças

Resumo

A destruição do tecido conjuntivo durante a evolução da doença periodontal pode envolver potencialmente a ação de inúmeros tipos de proteinases derivadas do hospedeiro. Dentre elas, as cisteíno proteinases, em especial a catepsina B, possuem a capacidade de degradar muitos componentes da matriz extracelular, com destaque o colágeno. Ela também é conhecida por desempenhar um papel importante no início e na progressão dos processos imune-inflamatórios. Já as cistatinas são inibidores reversíveis da cisteíno proteinases cujo mecanismo de ação é baseado na inibição competitiva por meio do bloqueio da atividade proteolítica. A cistatina derivada da laranja foi caracterizada e denominada de CsinCPI-2. Este inibidor produzido de forma recombinante mostrou-se eficiente na inibição de catepsinas humanas, assim como outras cisteíno proteinases. O entendimento da participação das cisteíno proteinases, em especial a catepsina B, na progressão da doença periodontal pode levar a novas terapias para o controle da doença periodontal. Sendo assim, o presente estudo apresenta como objetivos avaliar o efeito da atividade inibitória da CsinCPI-2 sobre as catepsinas e citocinas pro-inflamatórias na resposta imuno-inflamatória e na progressão da destruição periodontal experimental induzida em camundongos, por um período de 15 dias. Para isto, serão utilizados camundongos Swiss, machos, distribuídos em 4 grupos experimentais (n=8 animais/grupo): Grupo 1- - controle negativo; Grupo 2 - doença periodontal induzida por meio da colocação de ligaduras nos primeiros molares maxilares e injeção de PBS intraperitoneal diariamente; Grupos 3 e 4 - doença periodontal induzida e injeção intraperitoneal de 1 µg/g por peso de cada animal de CsinCPI-2 diariamente em concentrações de 0,8µg/g e 1,6µg/g, respectivamente. Será avaliado o processo imuno- inflamatório presente no tecido gengival, por meio de análise histológica, e RT-PCR em tempo real. A avaliação da perda óssea alveolar será avaliada por histomorfometria. (AU)