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Participação da subunidade D2 da proteína ATPase vacuolar (ATP6V0d2) na biogênese dos vacúolos formados pela infecção de Coxiella burnetii em macrófagos RAW 264.7

Processo: 17/14070-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2017
Vigência (Término): 31 de agosto de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Parasitologia
Pesquisador responsável:Renato Arruda Mortara
Beneficiário:Ana Carolina Benites Badaró
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Coxiella burnetii   Febre Q   Vacúolos   Macrófagos   Biogênese

Resumo

A Coxiella burnetii é um patógeno intracelular obrigatório e agente etiológico da zoonose conhecida como febre Q. É capaz de infectar diversos tipos celulares in vitro e abrigada em vacúolos intracelulares (Coxiella-containing vacuoles, CCV) de pH ácido, que proporcionam condições favoráveis à sua multiplicação e metabolismo. A fagocitose é um mecanismo de defesa que envolve a formação de fagolisossomos para degradação de patógenos. Contudo, alguns microrganismos como a C. burnetii são capazes de formar vacúolos e sobreviver no interior destas estruturas ácidas. Uma característica importante dos vacúolos maduros formados por infecções de patógenos é a intensa atividade de proteínas responsáveis pela acidificação vacuolar, as ATPases vacuolares (V-ATPases). As V-ATPases são organizadas em domínio V1 formado por oito subunidades e V0 composto de cinco subunidades, são responsáveis pela acidificação dos vacúolos e estão presentes nos CCVs. Estudos realizados com macrófagos RAW 264.7 silenciados para a subunidade d2 das V-ATPases (ATP6V0d2) infectados com Leishmania amazonensis demonstraram que estes vacúolos parasitóforos, similares morfologicamente aos CCVs, apresentaram diminuição em seu volume. Considerando que os estudos da infecção com C. burnetii envolvendo macrófagos são extremamente importantes para o entendimento da patogenicidade e propagação da bactéria, já que mimetizam a infecção natural in vivo, neste projeto avaliaremos a formação dos vacúolos de C. burnetii durante a infecção em macrófagos RAW 264.7 silenciados para a subunidade d2 das V-ATPases. Investigaremos também se o crescimento vacuolar da bactéria é dependente de ATP6V0d2, assim como observado na infecção por L. amazonensis. (AU)

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