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Os espaços-tempo no Brasil: configuração territorial e pluralidade de tempos históricos (c.1820 - c.1830)

Processo: 17/16756-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2018
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Humanas - História - História do Brasil
Pesquisador responsável:João Paulo Garrido Pimenta
Beneficiário:Thomáz Fortunato
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Territorialidade   Território   América Portuguesa   Análise espaço-temporal

Resumo

Esta pesquisa, desenvolvida desde julho de 2016, propõe-se a identificar e analisar dimensões temporais dos ritmos de apropriação social do espaço na América portuguesa e no Brasil por meio do movimento humano em seus territórios. Trata-se de investigação desdobrada de um projeto coletivo que pretende mensurar, de modo geral, os espaços-tempo sociais na América portuguesa e no Brasil dos séculos XVIII e XIX e sua relação com a formação do território brasileiro. Investiga-se uma tendência de aceleração dos tempos históricos a partir da variação dos dados espaço-temporais que indicam o relativo encurtamento do espaço identificável nas transformações dos intervalos temporais de deslocamento sobre o espaço. Os espaços-tempo, de modo geral, constituem uma forma de configuração do espaço a partir de medidas temporais. Essa categoria de análise permite identificar tendências de aceleração do tempo histórico a partir do encurtamento relativo do espaço e pode ser investigada empiricamente a partir das transformações dos ritmos de deslocamento sobre determinada extensão espacial que configuram um conjunto de relações sociais e econômicas. Com este projeto de pesquisa focaliza-se periodização específica do projeto coletivo: 1820 a 1830. Desse modo, a mensuração do tempo a partir do deslocamento espacial em uma etapa particular da formação do território do país, incluindo o seu processo de independência, torna-se uma unidade de análise central. (AU)