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Imunomodulação da encefalomielite autoimune experimental por proteínas salivares do mosquito Aedes aegypti

Processo: 17/21049-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de novembro de 2017
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2017
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia
Pesquisador responsável:Anderson de Sá Nunes
Beneficiário:Gisele Albuquerque de Araújo
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:15/22934-0 - Imunomodulação da encefalomielite autoimune experimental por proteínas salivares do mosquito Aedes Aegypti, AP.R
Assunto(s):Aedes aegypti   Saliva   Proteínas   Encefalomielite autoimune experimental   Imunomodulação   Bioquímica

Resumo

Em uma das teses de Doutorado desenvolvidas durante a vigência do projeto Jovem Pesquisador intitulado "Imunoma funcional da saliva de Aedes aegypti", mostramos que o extrato de glândula salivar (EGS) do mosquito é capaz de modular consistentemente os sinais clínicos da encefalomielite autoimune experimental (EAE), um modelo murino para o estudo da esclerose múltipla. Evidenciamos que a adição do EGS na emulsão preparada para induzir a doença diminuiu a incidência retardou o aparecimento dos sinais clínicos e, nos poucos animais que ficaram doentes, os sintomas foram mais brandos do que no grupo não tratado com EGS. Diversos mecanismos estão envolvidos na modulação da EAE pelo EGS de A. aegypti, levando a redução na proliferação de linfócitos específicos e diminuição na produção de IFN-g e IL-17, citocinas pró-encefalomielogênicas Th1 e Th17, respectivamente. Os resultados dessa tese, embora promissores, não revelaram a molécula responsável pela modulação descrita, limitando significativamente o impacto do nosso trabalho e o periódico científico a ser escolhido para publicação. Por esse motivo, após a defesa da tese em questão, continuamos realizando experimentos funcionais e bioquímicos e identificamos 3 moléculas salivares potencialmente envolvidas no fenótipo observado. No presente projeto, pretendemos expressar essas moléculas e caracterizar sua atividade no modelo de EAE, proporcionando maior relevância e impacto científico ao nosso trabalho. Esse investimento na qualidade das publicações geradas com financiamentos da FAPESP vem sendo claramente apoiado pelo Diretor Científico da Fundação, Prof. Dr. Carlos Henrique de Brito Cruz, em suas apresentações institucionais. (AU)

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