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Os três e meio mundos latino-americanos

Processo: 17/10121-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2017
Vigência (Término): 30 de novembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Economia - Crescimento, Flutuações e Planejamento Econômico
Pesquisador responsável:Carlos Alberto Cinquetti
Beneficiário:Eduardo Augusto Chades
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Letras (FCL). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):18/06665-8 - Capacidade e mobilidade na América Latina, BE.EP.IC
Assunto(s):América Latina   Desenvolvimento econômico   Mobilidade social   Contratos   Instituições   História da América

Resumo

Por que eles (América do Norte) são tão ricos e nós tão pobres? Propomos responder a questão com um painel histórico e descritivo da América Latina (AL), a qual seria agrupada em três tipos (e meio) de países. Esta análise empírica seria estruturada por uma perspectiva teórica que toma, separadamente, duas dimensões fundamentais para contínuo desenvolvimento (ou crescimento) econômico: condições sociais de produção eficiente em escala, dadas por capacidade social, e condições de inovação produtiva e institucional permanente, dadas por mobilidade social. A primeira é definida por "educação, transportes e direitos de propriedade", o que significa ampliar capacidade social (para absorção de tecnologia), incorporando um elemento de geografia econômica e outro de contratos. Já mobilidade social é definida por "competição, acessibilidade e confiança", o que significa avaliar o ambiente para inovações a partir de escolha impessoal dos melhores produtos e produtores, facilidade da informação e das normas para ingressar e manter-se numa atividade econômica ou política e, finalmente, grau de confiança nas pessoas e instituições para assegurar andamento estável das relações econômicas num ambiente de informações privadas. AL é deficiente em capacidade social, e a falta de mobilidade social, antes que um resultado, é uma condição, na medida em que falta de competição, acessibilidade e confiança definem elementos institucionais de uma sociedade não inovadora. E as raízes desta superestrutura institucional não inovadora estão no seu passado colonial, mais particularmente em seus traumas sobre relações interétnicas e de comércio internacional. Esta identificação das raízes históricas do baixo desenvolvimento econômico na AL, servirá para mapearmos, ou estruturarmos a análise empírica proposta, cujo trabalho de levantamento das evidências já está bem avançado, senão concluído. O mais desafiador, em tal análise, é aplicar recursos mais avançados de visualização de dados, para o que usaríamos bastante o software Mathematica. (AU)

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