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Uso da termografia em enxertos cutâneos após o emprego de ultrassom terapêutico em ratos (Rattus norvegicus albinus Wistar)

Processo: 17/18583-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2017
Vigência (Término): 31 de outubro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal
Pesquisador responsável:Paola Castro Moraes
Beneficiário:Ynaie Garcia da Silveira
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Assunto(s):Termografia   Terapia por ultrassom   Ratos Wistar

Resumo

A termografia é um procedimento não invasivo e sem riscos à saúde, que consiste na análise de imagens obtidas a partir da radiação infravermelha que o corpo emite naturalmente. Dessa forma, esse método diagnóstico pode auxiliar na avaliação e tratamento de inúmeras lesões inflamatórias e neoplásicas. Os enxertos cutâneos são utilizados para correção de defeitos extensos e consistem na inserção de uma fração de derme e epiderme em local receptor distante, por serem capazes de recobrirem lesões extensas que não seriam possíveis pela cirurgia convencional. Seu emprego é frequente no tratamento de diversas lesões traumáticas, éxereses neoplásicas ou, caso haja necessidade, como recurso estético. Todavia, algumas complicações como isquemia e necrose ocorrem após sua aplicação, em virtude de não possuírem pedículo vascular na sua constituição. Sendo assim, sugere-se o uso de estimuladores da angiogênese que sejam capazes de evitar tais complicações, e o ultrassom terapêutico (UST) é visto como nova modalidade de tratamento para essa finalidade. O UST é método de utilização de energia sonora que pode ser empregado na recuperação tecidual a nível celular, promovendo inúmeros benefícios na reparação tecidual. Sendo assim, objetivou-se com esse estudo analisar, com o uso da termografia, como o ultrassom terapêutico pode ajudar na restauração e reparação tecidual após a exérese de neoplasia induzida por 7,12-dimetilbenzantraceno (DMBA). (AU)