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Análise da expressão da proteína de matriz extracelular Agrin no processo de diferenciação osteoblástica

Processo: 17/20349-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2018
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Cirurgia Buco-maxilo-facial
Pesquisador responsável:Adalberto Luiz Rosa
Beneficiário:Denise Weffort
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Osteoblastos   Cultura de células   Diferenciação celular   Expressão gênica   Expressão de proteínas   Modelos animais

Resumo

Agrin é uma proteína de matriz extracelular que tem sido investigada principalmente por sua expressão em diversos tecidos e envolvimento em vários processos biológicos. Dentre eles, Agrin também foi detectada em condrócitos e foi demonstrado seu papel relevante no desenvolvimento do sistema esquelético. No entanto, até o momento, há pouca informação na literatura acerca da expressão de Agrin e sua função em osteoblastos. Portanto, os objetivos do presente estudo são: (1) avaliar a expressão gênica e proteica de Agrin durante o processo de diferenciação osteoblástica e (2) investigar uma possível correlação entre expressão de Agrin e grau de diferenciação osteoblástica. Para isso, três modelos de cultura de células de camundongos serão utilizados: (1) células-tronco mesenquimais de medula óssea, (2) células de calvária e (3) células imortalizadas da linhagem osteoblástica MC3T3-E1. Essas células serão cultivadas em condições osteogênicas e ao final de 3, 5, 7, 10 e 14 dias será avaliada a expressão gênica de Agrin por PCR em tempo real e ao final de 5, 7 e 10 dias, a expressão proteica de Agrin por Western blot. Adicionalmente, com vistas a investigar uma correlação entre expressão de Agrin e grau de diferenciação osteoblástica, serão avaliadas a expressão gênica de osteocalcina nos mesmos períodos mencionados para a expressão gênica de Agrin e a atividade in situ de fosfatase alcalina por marcação com Fast red, aos 10 dias. Os dados numéricos serão submetidos ao teste de aderência à curva de distribuição normal para a definição da análise estatística, paramétrica ou não-paramétrica, a ser empregada. Os resultados desse estudo poderão gerar dados importantes para direcionar futuras investigações acerca da função da Agrin no tecido ósseo e, possivelmente, para o desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas para a regeneração óssea. (AU)

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