Busca avançada
Ano de início
Entree

Conectividade funcional do processamento de verbos

Processo: 17/21380-7
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 13 de novembro de 2017
Vigência (Término): 12 de abril de 2018
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia Cognitiva
Pesquisador responsável:Maria Teresa Carthery Goulart
Beneficiário:Juliana Helena Bruno Machado
Supervisor no Exterior: Mario Alfredo Parra Rodriguez
Instituição-sede: Centro de Matemática, Computação e Cognição (CMCC). Universidade Federal do ABC (UFABC). Ministério da Educação (Brasil). Santo André , SP, Brasil
Local de pesquisa : Heriot-Watt University, Edinburgh, Escócia  
Vinculado à bolsa:16/03960-3 - Mapeamento eletrofisiológico da modulação de verbos por características léxico-semânticas, BP.DR
Assunto(s):Leitura   Conectividade   Linguagem   Eletrofisiologia   Mapeamento

Resumo

O presente projeto pretende compreender as redes neurais e conexões entre áreas que são recrutadas para realizar o reconhecimento visual de verbos, assim como o processamento semântico profundo e acesso ao significado. O número de publicações sobre como substantivos são representados aumentou na última década, contribuindo para o entendimento de como variáveis psicolinguísticas podem influenciar no reconhecimento de palavras escritas. Substantivos são facilmente categorizados por qualquer falante nativo de uma lingua (ex. flores, animais, móveis). No entanto, verbos apresentam uma categorização mais complexa. A teoria da Cognição Incorporada (CI) favoreceu a compreensão de que processos cognitivos também podem envolver o corpo. Assim, a CI propõe uma integração de funções linguísticas, perceptuais e motoras (Wilson et al, 2011) e o corpo passa a ser uma parte essencial da constituição cognitiva. Portanto, verbos são os itens lexicais por excelência para verificar os efeitos do aprendizado motor por meio da linguagem (Shapiro, 2011; van Dam, Rueschemeyer Harold Bekkering, 2010; Barsalou et al, 2003). Aprender a ler consistiria em conectar de áreas originárias dos sistemas visual e da linguagem oral. Como Dehaene (2012) afirma, a conectividade real, os caminhos e as direções distribuídas no tempo, não são conhecidas ainda e essa é uma técnica pouco usada em estudos do campo da Linguagem. Assim, a análise de conectividade funcional aplicada em dados de EEG pode revelar a rede neural recrutada para o processamento de verbos.