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Adaptação de um reator de reforma catalítica para impedir o craqueamento de gases orgânicos em processo de termo-conversão de biomassa

Processo: 17/18401-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2017
Vigência (Término): 31 de outubro de 2018
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Química - Operações Industriais e Equipamentos para Engenharia Química
Pesquisador responsável:Maria Regina Wolf Maciel
Beneficiário:Daniel Santos Fernandes
Instituição-sede: Faculdade de Engenharia Química (FEQ). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:15/20630-4 - Desenvolvimento integrado de biorrefinaria e planta de bioetanol de cana-de-açúcar com emissão zero de CO2: rotas para converter recursos renováveis em bioprodutos e bioeletricidade, AP.TEM
Assunto(s):Biocombustíveis   Termoquímica   Exportação   Bioetanol   Pirólise   Gases inorgânicos   Craqueamento catalítico fluido   Bio-óleo

Resumo

Com a recente crise econômica brasileira e a queda das exportações de etanol, o Brasil tem enfrentado alguns problemas no cenário mundial de combustíveis. China e Estados Unidos estão promovendo a produção de bioetanol, forçando o Brasil a buscar novas rotas de produção de outros combustíveis e do próprio etanol. A ainda deficiente produção de etanol de 2ª Geração não possui capacidade de atender o mercado externo e apresenta gargalos tecnológicos, e o mesmo ocorre para a cogeração de energia, pois não adiciona valor agregado ao produto final. As rotas termoquímicas, em ascensão na região central da Europa, têm se mostrado uma boa aposta para o Brasil devido a seu baixo custo. Os três possíveis produtos (bio-óleo, biochar e syngas) têm um valor agregado maior, sendo mais atrativos tanto para o mercado interno como para exportação. Dentre eles, o bio-óleo tem se mostrado a escolha mais sensata, apesar de apresentar desafios após a sua produção. Sendo assim, este trabalho de iniciação científica busca melhorar a etapa após sua produção (em reator de leito fluidizado) em uma planta piloto de gaseificação, a qual está sendo adaptada para pirólise, de acordo com o projeto de mestrado (processo FAPESP 2016/18546-8). Na pós-produção, apenas a etapa de reforma a vapor será estudada e modificada, de forma a impedir o craqueamento dos gases orgânicos, na tentativa de melhorar a recuperação de bio-óleo. Portanto, este estudo será realizado concomitantemente com o projeto de mestrado mencionado, uma vez que é uma parte de todo o trabalho que está sendo desenvolvido. (AU)

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