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Teoria fonte-filtro, wavelets e cepstrum: o que essas abordagens analíticas podem revelar no âmbito do reconhecimento vocal individual?

Processo: 17/12147-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2017
Vigência (Término): 30 de novembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia Experimental
Pesquisador responsável:Patrícia Ferreira Monticelli
Beneficiário:Bruna Lima Ferreira
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Comportamento animal   Processamento de sinais acústicos   Transmissão de som   Paisagem sonora   Bioacústica

Resumo

A possibilidade de identificação de espécies por meio da detecção de seus sinais acústicos de comunicação abre uma gama de possibilidades na ciência e em práticas de conservação de biodiversidade. É necessário, contudo, investir no desenvolvimento de tecnologia de automação do processo de detecção de sons de interesse, em meio há longas horas de gravações de paisagens sonoras. O objetivo do trabalho é analisar, de forma comparativa, o desempenho de novas abordagens analíticas de estudo do som, alternativas à análise de espectrogramas gerados pela transformada de Fourier, no reconhecimento individualizado de som. Usaremos amostras de aluidos de 4 lobos (machos e fêmeas) e os analisaremos usando os softwares Praat (análise cepstral e análise deformantes) e Wavesynt (desenvolvido pelo nosso colaborador, Prof. Regis Rossi Faria, para análise de wavelets), buscando o que melhor caracterize particularidades dos aluidos (assinatura vocais individuais). A abordagem analítica que melhor puder definir aulidos individuais será usada, em um projeto que dê continuidade a este, para criar uma ferramenta de varredura automatizada de sons de mamíferos, com desempenho mais fino para o uso corriqueiro dessa tecnologia aplicado ao monitoramento de fauna a nível individual. Este projeto é uma colaboração interdisciplinar entre os laboratórios LATM e EBAC, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto. Desde 2011, a partir do projeto FAPESP 2011/18253-7, o EBAC estuda paisagens sonoras a partir de tecnologias em bioacústica e já formou um mestre, um doutor e supervisionou um pós-doutoramento nessa linha de pesquisa. (AU)

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