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Efeito do cloridrato de metilfenidato (Ritalina®) sobre a fertilidade paterna e a qualidade dos embriões concebidos após o tratamento crônico de ratos na adolescência

Processo: 17/09712-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2017
Vigência (Término): 31 de outubro de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Vanessa Vendramini Vilela
Beneficiário:Stephanie da Silva Dias
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Metilfenidato   Fertilidade   Espermatozoides   Adolescência   Modelos animais

Resumo

O cloridrato de metilfenidado (Ritalina®) é um psicoestimulante que vem sendo largamente utilizado no tratamento do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), por apresentar eficácia reconhecida em indivíduos de várias idades que são portadores da doença. Apesar de os tratamentos serem capazes de amenizar ou extinguir os sintomas, o transtorno é crônico e tem 60% de chances de acompanhar o indivíduo por toda a vida. Atualmente, pouco se sabe a respeito dos possíveis efeitos colaterais causados pelo metilfenidato sobre a fertilidade e o impacto da herança paterna pós-tratamento. Assim, o presente estudo tem como objetivo investigar se o metilfenidato representa risco à capacidade reprodutiva e/ou à qualidade dos embriões concebidos após o tratamento durante a adolescência de ratos. Serão utilizados 12 ratos da linhagem Wistar, aos 38 dias de idade, os quais serão tratados com água destilada, por gavagem, em doses diárias e em volume adequado para o peso do animal (grupo Controle; n=6); ou com 5mg/kg de peso corpóreo de cloridrato de metilfenidato, em dose única e diária, via gavagem (grupo MFD; n=6). Ambos os grupos serão tratados durante 30 dias. A partir dos 100 dias de idade os animais serão apresentados à coabitação com fêmeas não-tratadas, sempre às 18:00H; na manhã seguinte (às 8:00H), serão realizados exames para constatação da cópula. As fêmeas consideradas prenhes serão distribuídas em 3 grupos, conforme a fase do desenvolvimento embrionário: o grupo E3 (2,5 dpc), E5 (4,5 dpc) e E20 (20dpc). As fêmeas prenhes de todos os grupos serão submetidas à eutanásia por meio de asfixia por CO2, seguindo todas as recomendações do Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal. Os efeitos da herança paterna sobre o desenvolvimento embrionário nas fases pré e pós-implantação serão analisados. (AU)

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