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Caracterização da estrutura de comunidades de bactérias diazotróficas em filosfera, rizosfera e serapilheira de espécies arbóreas da Floresta Amazônica

Processo: 17/11431-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2017
Vigência (Término): 31 de julho de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia
Pesquisador responsável:Marcio Rodrigues Lambais
Beneficiário:Endrews Delbaje
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Assunto(s):Ecologia microbiana   Metagenômica   Amazônia

Resumo

A floresta amazônica é um dos biomas tropicais mais ricos em biodiversidade, com implicações ecológicas globais. Por isso, os esforços para compreender esse bioma são de grande importância. A microbiota da floresta amazônica possui papel indispensável na realização de inúmeros processos biogeoquímicos, como a ciclagem de nutrientes, degradação de matéria orgânica, além de outros. No entanto, a estruturação das comunidades microbianas e os fatores que determinam essa estrutura são poucos conhecidos. Tem sido observado na Mata Atlântica, que a estrutura das comunidades de bactérias na filosfera, dermosfera e rizosfera depende do táxon vegetal e são distintas entre si. Adicionalmente, a fixação biológica do nitrogênio (FBN), pode ser uma atividade chave nesse ambiente. A FBN de bactérias de vida-livre associadas às espécies vegetais da Mata Atlântica podem contribuir com 80-240 kg N ha-1ano-1, de acordo com estimativas que foram revisadas com base nos novos cálculos. Tais dados sugerem aportes de nitrogênio maiores do que aqueles reportados previamente na literatura. No entanto, os microrganismos envolvidos na FBN na Amazônia não são conhecidos, como também os fatores que afetam a estruturação das comunidades desses diazotróficos. Neste estudo pretende-se avaliar a estrutura de comunidades de microrganismos diazotróficos associadas com a filosfera, rizosfera e serapilheira de diferentes espécies arbóreas da Floresta Amazônica. Amostras de folhas, serapilheira e solo rizosférico de 9 espécies arbóreas, foram coletadas na estação experimental no Km 67 da FLONA Tapajós, em três épocas diferentes. DNA total de cada amostra foi extraído para sequenciamento do gene nifH de diazotróficos. As estruturas das comunidades e diversidade de diazotróficos serão comparadas para determinar se a estruturação dessas comunidades é dependente do táxon vegetal, como na Mata Atlântica, e quais os possíveis fatores que afetam sua organização.

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
DELBAJE, Endrews. Espécie do hospedeiro, micro-habitat e época do ano modulam a estrutura das comunidades de micro-organismos diazotróficos na floresta Amazônica. 2018. Dissertação de Mestrado - Universidade de São Paulo (USP). Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Piracicaba.

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