| Processo: | 17/09815-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional |
| Pesquisador responsável: | Adriana Claudia Lunardi |
| Beneficiário: | Nayara Alexia Moreno |
| Instituição Sede: | Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão. Universidade Cidade de São Paulo (UNICID). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Imobilização Idosos Acelerometria Hospitalização Atividade física |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Acelerometria | Exercício | Hospitalização | idoso | imobilização | Fisioterapia Hospitalar |
Resumo Introdução: O nível de atividade física diminui progressivamente com a idade. Idosos que são fisicamente ativos têm menores taxas de morbidade e mortalidade quando comparados com idosos inativos. A hospitalização leva a longos períodos de repouso no leito e inatividade física, com consequente atrofia muscular, fraqueza generalizada, diminuição de independência e funcionalidade. Portanto, a prevenção da inatividade, perda de força muscular e piora do desempenho funcional durante a hospitalização pode ser uma forma de prevenir a perda de independência. E, embora a mobilização de pacientes hospitalizados seja cada vez mais promovida como parte importante da recuperação, muitos pacientes ainda passam grande parte da sua hospitalização na cama. Objetivos: Avaliar o impacto de um programa de orientação sobre a importância de manter-se ativo durante a hospitalização em relação ao nível de atividade física e funcionalidade de pacientes idosos e identificar as principais barreiras que impedem a realização de atividades físicas por idosos em ambiente hospitalar. Métodos: Ensaio controlado e aleatorizado (grupo controle e intervenção), onde serão incluídos pacientes idosos admitidos nas enfermarias de Doenças do Aparelho Respiratório e Clínica Médica do Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (IAMSPE), na cidade de São Paulo. O grupo intervenção receberá orientações verbais e uma cartilha, desenvolvida pelos autores, sobre os efeitos deletérios da hospitalização e a importância em manter-se ativo durante internação hospitalar. Todos serão avaliados por meio da acelerometria para identificar o nível de atividade física durante a internação. A funcionalidade será avaliada por meio da escala DEMMI e as principais barreiras para manter-se ativo durante internação pela aplicação de um questionário também desenvolvidos pelos autores. Serão contabilizados os dias de internação e as complicações clínicas apresentadas pelos pacientes durante a permanência no hospital. A comparação entre os grupos intervenção e controle, nos desfechos nível de atividade física e funcionalidade, será feita por teste t, no tempo de internação por análise de sobrevida de Kaplan-Meier e na incidência de complicações pelo teste qui-quadrado. (AU) | |
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