| Processo: | 17/12305-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Zootecnia - Nutrição e Alimentação Animal |
| Pesquisador responsável: | Carla Maris Machado Bittar |
| Beneficiário: | Ana Paula da Silva |
| Instituição Sede: | Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Criação animal Imunoglobulinas Imunização passiva Recém-nascido Colostro Bovinocultura leiteira |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bovinocultura de Leite | Colostragem | Imunoglobulinas | recém-nascidos | Criação de animais |
Resumo Falhas na transferência de imunidade passiva são consequência da baixa disponibilidade de colostro materno ou da qualidade deste comprometida pelos baixos níveis de IgG. Como consequência, há maiores taxas de morbidade e mortalidade associadas a maior custo de produção e menor produtividade de animais na fase adulta. Assim, estratégias para substituição do colostro materno em situações de baixa qualidade e/ou disponibilidade devem ser estudadas. O objetivo deste estudo é avaliar a transferência de imunidade passiva, a saúde e o desempenho de bezerros colostrados com diferentes doses de Ig provenientes do substituto de colostro e colostro materno fresco. Os animais recém nascidos serão colostrados utilizando-se diferentes protocolos: 1) 2 L de colostro materno fresco ao nascer; 2) 2 L de colostro materno fresco + uma dose do substituto de colostro ao nascer; 3) 2 doses de substituto de colostro ao nascer; e 4) 2 doses substituto de colostro ao nascer + 1 dose substituto de colostro entre 6 a 8 horas após nascimento. Os animais serão alojados em abrigos individuais. Com 48 horas após a ingestão do colostro será avaliada a transferência de imunidade passiva, utilizado um refractômetro brix e análise de concentração de IgG usando um kit comercial ELISA. Durante o período de aleitamento os bezerros receberão 6L/dia de sucedâneo, divididos em duas refeições (7 e 17h), e terão acesso ad libitum à água e concentrado. Serão avaliados o consumo diário de alimentos concentrado e semanalmente o peso e medidas corporais. Um escore de saúde será utilizado para monitorar a saúde dos animais, sendo avaliados: temperatura retal, tosse, secreção nasal, secreção ocular, posicionamento das orelhas e escore fecal. Durante o período de avaliação do desempenho serão colhidas amostras de sangue quinzenalmente, para determinação de hematócrito e dos metabólitos glicose, proteína total, albumina, ²-hidroxibutirato, NEFA e insulina. Os dados serão analisados como medidas repetidas no tempo através do PROC MIXED do pacote estatístico SAS. (AU) | |
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