Busca avançada
Ano de início
Entree

Perfil de proteoglicanos e expressão de micro-RNAs associados a invasão tumoral e prognóstico em carcinoma espinocelular de cavidade oral

Processo: 17/22368-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de novembro de 2017
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular
Pesquisador responsável:Leandro Luongo de Matos
Beneficiário:Marina de Menezes Ishikawa
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:16/01740-6 - Perfil de proteoglicanos e expressão de micro-RNAs associados a invasão tumoral e prognóstico em carcinoma espinocelular de cavidade oral, AP.R
Assunto(s):Transformação celular neoplásica   Carcinoma de células escamosas   MicroRNAs   Proteoglicanas   Boca

Resumo

Os proteoglicanos são compostos macromoleculares constituídos por um esqueleto proteico específico ao qual estão associadas covalentemente cadeias lineares de heteropolissacarídeos, os glicosaminoglicanos. Os proteoglicanos participam de diversas funções como angiogênese, diferenciação e proliferação celular, adesão, apoptose, invasão e metástases. Os microRNAs, pequenas moléculas de 19 a 25 nucleotídeos de comprimento não-codificantes de RNA, tem uma importante função na regulação celular e também do microambiente, o que inclui a ação sobre os proteoglicanos, e seu padrão de expressão está associado ao desenvolvimento e à progressão do câncer. É crescente a busca por microRNAs associados à carcinogênese, progressão tumoral e especialmente no prognóstico de pacientes com carcinoma espinocelular de cavidade oral. Para essa neoplasia, a espessura tumoral, reflexo do processo de invasão tumoral do estroma adjacente à mucosa, é bem documentada como um fator isolado de pior prognóstico, porém pouco se sabe sobre as causas moleculares envolvidas nesse processo. Dessa forma, os objetivos do presente projeto são avaliar o papel dos proteoglicanos e identificar os microRNAs envolvidos no processo de invasão tumoral, além de relacioná-los com variáveis demográficas, histopatológicas e imuno-histoquímicas e o prognóstico de pacientes acometidos por carcinoma espinocelular de cavidade oral. (AU)