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Rede de apoio social e afetiva de adolescentes vítimas de maus-tratos

Processo: 17/10054-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2017
Vigência (Término): 30 de junho de 2018
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Tratamento e Prevenção Psicológica
Pesquisador responsável:Sandra Scivoletto
Beneficiário:Eliane Machado dos Santos
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Adolescentes   Maus-tratos   Capacitação profissional   Apoio social   Institucionalização   Políticas públicas

Resumo

Adolescentes vítimas de maus tratos podem apresentar prejuízos em seu desenvolvimento social e afetivo e a rede de apoio é fundamental para minimizar as consequências do afastamento familiar. Esta rede de apoio varia de acordo com o contexto (local, cultura) e inclusive se altera no decorrer do tempo. Por esses motivos é importante avaliar a percepção do adolescente de sua rede de apoio para que ações mais efetivas possam ser desenvolvidas localmente a fim de contribuir para a promoção de resiliência e reintegração desta população em sua comunidade de origem. Sendo assim, o objetivo deste estudo é analisar a rede de apoio social e afetivo em grupo de adolescentes acolhidos; em especial, averiguar as percepções sobre as figuras relacionadas ao acolhimento. Para isso, serão avaliados 30 adolescentes de idade entre 12 a 16 anos com histórico de maus tratos em três Serviços de Acolhimento Institucional para Crianças e Adolescentes (SAICAs). Os seguintes instrumentos serão aplicados para avaliar a qualidade da rede de apoio social e tipo e intensidade dos maus tratos: Mapa dos cinco campos, versão brasileira do Childhood Trauma Questionnaire (CTQ) e entrevista semiestruturada. Serão avaliados os diferentes tipos de apoio percebido, a percepção (satisfatória ou insatisfatória) da relação, gênero do adolescente, tempo de acolhimento, tipo e intensidade de maus tratos. Os resultados deste estudo poderão auxiliar para uma melhor capacitação de profissionais que fazem parte da rede de apoio social e afetiva de adolescentes institucionalizados e, eventualmente, auxiliar na elaboração de políticas públicas voltadas a qualidade do atendimento a criança aos adolescentes vitimizados. (AU)