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Aspectos ecotoxicológicos do corante Tartrazina sobre a espécie Danio rerio antes e após o uso de diferentes classes de tratamentos

Processo: 17/08106-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2017
Vigência (Término): 31 de outubro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Aplicada
Pesquisador responsável:Renata Fracácio Francisco
Beneficiário:Samara Cristina Freire da Silva
Instituição-sede: Instituto de Ciência e Tecnologia. Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Sorocaba. Sorocaba , SP, Brasil
Assunto(s):Danio rerio   Tartrazina   Compostos azo   Corantes   Carvão ativado   Ultrassom   Processos oxidativos avançados   Degradação de resíduos químicos   Poluição da água

Resumo

A poluição de ambientes aquáticos por produtos químicos inorgânicos e orgânicos é um dos principais fatores que se mostra como uma grave ameaça para a sobrevivência da biota presente no referido sistema. Devido ao crescimento da produção industrial nas últimas décadas aumentou-se intensamente a fabricação e a utilização de compostos químicos sintéticos. Nesse contexto, destacam-se as indústrias têxteis e alimentícias que geram efluentes complexos, contendo dentre outros compostos químicos, os corantes, desenvolvidos para não se degradarem com facilidade. Atualmente já foram testados mais de 4.000 corantes, sendo que mais de 90% deles apresentaram altos valores de toxicidade, dando destaque a um grupo de corantes denominados de azo corantes, caracterizados pelas ligações entre nitrogênio conferindo a estas moléculas uma grande estabilidade e baixa degradação natural. Dentre os corantes azo amplamente utilizados nos setores industriais que necessitam de cor, destaca-se o corante Tartrazina, um corante amarelo orgânico sintético artificial, cuja concentração permissível para não comprometer os múltiplos usos da água, considerando-se a classificação dos corpos de água (CONAMA 357/05) e destacando-se a proteção da vida aquática, não consta na legislação brasileira vigente. Nesse contexto é desejável que os princípios ativos contidos nos efluentes industriais não tenham potencial para causar toxicidade à biota aquática (CONAMA 430/11). Diante do exposto, a presente pesquisa tem como objetivo avaliar a degradação química do corante por meio de espectrofotometria e a redução da toxicidade aguda do mesmo em solução aquosa, antes e após a realização dos seguintes tratamentos: 1) Ultrassom; 2) Carvão de cana-de-açúcar em pó; 3) Processo Oxidativo Avançado com dióxido de titânio (TiO2) e luz fluorescente (POA) e 4) Biorremediação por fungos da espécie Pleorotus ostreatus. Para o estudo de redução da toxicidade aguda, serão utilizados peixes adultos da espécie Danio rerio (2 a 3 meses de idade), seguindo-se a norma ABNT NBR 15088 (2011). Por meio da análise estatística de Kruskal-Wallis a eficiência dos tratamentos para a remoção da toxicidade aguda será analisada. (AU)

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