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Análise metabonômica de soro sanguíneo de usuárias de crack em processo de ressocialização

Processo: 17/20131-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2017
Vigência (Término): 30 de novembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Orgânica
Pesquisador responsável:Ljubica Tasic
Beneficiário:Pedro Henrique de Barros Pinto
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Cocaína crack   Biomarcadores   Metabolômica   Quimiometria

Resumo

O crack é uma potente forma do uso da cocaína. No Brasil é uma das drogas mais usadas, pois é barato e de absorção rápida e, até por isso, sua dependência é mais grave e seu padrão de consumo mais compulsivo. É considerada, mundialmente, como uma das drogas ilícitas mais potencialmente perigosas. Os seus efeitos em longo prazo, como alterações em testes de atenção, fluência e funções executivas já são conhecidos e listados dentre as principais prioridades da pesquisa em saúde mental. A identificação de biomarcadores nos usuários de crack auxilia na busca de novos medicamentos e tratamentos para os dependentes da droga. Faremos um estudo metabonômico a partir de espectros de RMN 1H em amostras de soro de mulheres dependentes do crack e saudáveis. É importante ressaltar que entre as mulheres dependentes do crack, um mesmo grupo de voluntárias será acompanhado na hora da internação e após um tratamento padrão de duração de três semanas antes da sua reintegração a sociedade. Aos dados espectrais de RMN serão aplicadas técnicas de análise estatística, como análise de componentes principais (PCA), para identificar amostras anômalas e agrupar as amostras de acordo com suas tendências naturais. As técnicas de análise discriminante por mínimos quadrados parciais (PLS-DA) e análise discriminante linear (LDA) serão usadas para diferenciar amostras das duas classes, utilizando a validação cruzada total para avaliar os modelos construídos. Posteriormente, serão identificados biomarcadores do uso de crack, que serão comparados com os biomarcadores de outros distúrbios do sistema nervoso central. (AU)

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