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Análise comparativa dos efeitos do biopesticida azadiractina e do inseticida sintético Piriproxifem nos testículos de Ceraeochrysa claveri (Navas, 1911) (Neuroptera: Chrysopidae). uma abordagem morfológica, ultraestrutural e molecular

Processo: 17/09901-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2017
Vigência (Término): 31 de julho de 2020
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Daniela Carvalho dos Santos
Beneficiário:Ana Silvia Gimenes Garcia
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Transcriptoma   Controle biológico   Ultraestrutura   Testículo

Resumo

Insetos da família Chrysopidae são inimigos naturais utilizados no controle biológico, sendo uma importante ferramenta na agricultura orgânica e no manejo integrado de pragas. Além do controle biológico de pragas, o uso de inseticidas naturais vem ganhando grande destaque, pois são menos prejudiciais ao homem e ao ambiente, mas o uso de inseticidas sintéticos ainda é muito alto, e acaba interferindo no ciclo de vida dos inimigos naturais, e consequentemente, no controle biológico de pragas. Com o propósito de avaliar o efeito da azadiractina, um composto extraído da árvore de nim com propriedades biopesticidas, e do inseticida sintético piriproxifem sobre machos adultos de crisopídeos, ovos de Diatraea saccharalis serão tratados com esses compostos nas concentrações 12 e 36 mg i.a./L para a azadiractina (formulação comercial AzaMax®), e 50 e 100 mg i.a./L para o piriproxifem (formulação comercial Tiger 100 EC®) e serão oferecidos como alimento a larvas de Ceraeochrysa claveri. Os testículos de adultos serão avaliados através de técnicas citoquímicas, imunofluorescentes, ultraestruturais e de bioinformática (transcriptoma). Além disso será avaliado o efeito destes compostos sobre a fecundidade de fêmeas e fertilidade dos ovos provenientes do cruzamento entre fêmeas não tratadas e machos tratados. Através do conhecimento destes órgãos será possível comparar o efeito de um inseticida natural e de um sintético no mesmo órgão de um inimigo natural e avaliar os efeitos que os mesmos ocasionarão.