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Efeitos da reabilitação oral com novas próteses totais convencionais sobre a força de mordida e a amplitude eletromiográfica dos músculos supra-hioideos e esternocleidomastoideos e suas correlações com a dimensão vertical de oclusão

Processo: 17/10342-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2017
Vigência (Término): 30 de abril de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia
Pesquisador responsável:Daniela Micheline dos Santos
Beneficiário:Fernanda Pereira de Caxias
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FOA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):18/00770-4 - Hipervigilância e dor experimental no pescoço. seus efeitos sobre o limiar de dor, atividade elétrica dos músculos da mastigação, sensação de fadiga e expectativa de dor, BE.EP.DR
Assunto(s):Reabilitação bucal   Sistema estomatognático   Força de mordida   Músculo esquelético   Dimensão vertical   Prótese dentária   Eletromiografia

Resumo

O envelhecimento da população acarreta uma série de modificações funcionais que ocorre em todo o organismo do indivíduo, incluindo o seu sistema estomatognático. Uma grande parcela de idosos sofre perdas dentárias ao longo da vida e necessita de tratamento protético para devolução da função mastigatória. A avaliação da atividade dos músculos antes e após tratamento reabilitador justifica-se para o conhecimento da função muscular desses indivíduos em situações orais diferentes. O objetivo deste estudo é avaliar os efeitos da reabilitação oral com novas próteses totais convencionais sobre a força de mordida, a amplitude eletromiográfica dos músculos supra-hióideos e esternocleidomastóideos, suas correlações com a dimensão vertical de oclusão (DVO). Por meio de uma anamnese, serão selecionados pacientes da clínica de Prótese Total da Faculdade de Odontologia de Araçatuba (UNESP), de acordo com critérios de inclusão pré-estabelecidos. Nesse primeiro momento, já será feita a coleta dos dados demográficos. Posteriormente à seleção dos pacientes são feitos os ensaios da força de mordida e da amplitude eletromiográfica, enquanto eles ainda usam as próteses velhas. Novamente, após 30 dias da instalação das próteses novas os ensaios serão repetidos e será feita a medição da DVO com as próteses velhas e com as próteses novas. Cem dias após a instalação das próteses novas os ensaios serão repetidos. Os dados obtidos serão submetidos aos testes de normalidade. Caso seja indicada diferença estatística significativa, será aplicado o teste de probabilidade adequado e, quando possível, testes de correlação concluindo a análise.

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