Busca avançada
Ano de início
Entree

Caracterização molecular dos efeitos in vivo da metaloprotease hemorrágica HF3: análises proteômicas do plasma e do tecido renal de camundongos

Processo: 17/23871-8
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 20 de fevereiro de 2018
Vigência (Término): 19 de setembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular
Pesquisador responsável:Solange Maria de Toledo Serrano
Beneficiário:Dilza Trevisan Silva
Supervisor no Exterior: Oliver Schilling
Instituição-sede: Instituto Butantan. Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa : University of Freiburg, Alemanha  
Vinculado à bolsa:17/00715-0 - Enzimas proteolíticas de venenos de serpentes disparam cascatas de eventos moleculares ainda desconhecidos, BP.PD
Assunto(s):Espectrometria de massas   Plasma (líquidos corporais)   Hemorragia

Resumo

Metaloproteinases de veneno de serpentes (SVMPs) estão entre as mais abundantes enzimas encontras nos venenos de viperídeos e são responsáveis por muitos efeitos patológicos observados no envenenamento. A estrutura similar de SVMPs com ADAMs (do inglês A Disintegrina And Metalloproteinase) e com ADAMTSs (do inglês A Disintegrin And Metalloproteinase with Thrombospondin Motifs) nortearam uma série de ensaios funcionais atualmente empregados em estudos de toxinologia. O estudo das atividades de SVMPs em sistemas biológicos complexos com o uso de tecnologias "ômicas" permitiu a avaliação de vários aspectos da patologia do envenamento por serpentes, bem como os efeitos in vivo desencadeados por SVMPs. O objetivo geral deste projeto é elucidar os efeitos in vivo de HF3, uma potente metaloproteinase hemorrágica do veneno de Bothrops jararaca, no plasma e nos rins de camundongos submetidos à injeção de HF3 no músculo da coxa. Para este fim, os seguintes objetivos específicos são propostos: (I) aplicar tecnologias de N-terminoma quantitativa para identificar no tecido renal e no plasma de camundongos (amostras totais e sem albumina) os substratos in vivo do HF3 e também os substratos de outras proteinases possivelmente ativadas pelo HF3 (a serem realizadas na Universidade Albert-Ludwigs-Universität Freiburg durante o estágio de pesquisa - BEPE-PD); (II) analisar o peptidoma de plasma para identificar proteínas degradadas em resposta ao tratamento com HF3 (em andamento no Instituto Butantan); (III) identificar mRNAs diferencialmente abundantes no tecido renal com tecnologia de sequenciamento de nova geração (NGS) para RNA-seq (em andamento no Instituto Butantan). (AU)

Mapa da distribuição dos acessos desta página
Para ver o sumário de acessos desta página, clique aqui.