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Inibição farmacológica da autofagia e possível aumento dos efeitos antileucêmicos da citarabina/idarrubicina em leucemia mielóide aguda

Processo: 17/19542-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2017
Vigência (Término): 30 de novembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Geral
Pesquisador responsável:Claudia Bincoletto Trindade
Beneficiário:Larissa Gonçalves Bueno
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Diferenciação celular   Leucemia mieloide aguda   Neoplasias   Morte celular   Autofagia   Citarabina

Resumo

O tratamento utilizado na terapia da leucemia mielóide aguda (LMA) envolve a associação da citarabina/idarrubicina ou daunorrubinica. Este tratamento atinge uma taxa de 35% a 40% de cura em pacientes com menos de 60 anos de idade, e de 5 a 15% em pacientes mais velhos, pois muitos indivíduos recidivam em curto espaço de tempo, o que resulta frequentemente em baixos percentuais de cura. Dentro deste contexto, pesquisas envolvendo estratégias para melhorar a resposta de pacientes leucêmicos à terapia atual devem ser encorajadas, não só para diminuir a toxicidade sistêmica, como a mielossupressão com aumento expressivo de infecções, mas também para melhorar as taxas de remissão completa por maior período de tempo. Recentemente, estudos indicam que a autofagia encontra-se desregulada em leucemias, pois promove a sobrevivência de células leucêmicas, sugerindo que a sua inibição possa se tornar um alvo farmacológico interessante. Sendo assim, este projeto visa entender a possível participação da autofagia, por meio de sua inibição farmacológica com cloroquina (CQ), a qual será associada ao tratamento padrão com citarabina/idarrubicina (Ara-C/Ida). Utilizaremos como modelo de LMA células leucêmicas U937 e HL60. Os estudos de morte celular serão realizados utilizando a marcação das células tratadas com iodeto de propídeo (PI) e anexinaV/FITC/PI e a diferenciação celular será avaliada utilizando marcadores de diferenciação para CD11b (monócitos) e CD15 (granulócitos). O estudo das proteínas envolvidas na autofagia (LC3II e p62) será realizado por Western blotting. Durante todo o período desta iniciação científica, a aluna será coorientada pela pós-doutoranda do laboratório Dra. Caroline Palmeira dos Santos. (AU)

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