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Incidência de complicações pós operatórias de esofagectomias videolaparoscópicas e análise do uso de drogas vasoativas como fator de risco

Processo: 17/17721-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2017
Vigência (Término): 30 de novembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Pesquisador responsável:José Otávio Costa Auler Junior
Beneficiário:Iris Galdino Ueda
Instituição-sede: Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira (ICESP). Coordenadoria de Serviços de Saúde (CSS). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Fatores de risco   Complicações pós-operatórias   Anestesiologia   Laparoscopia   Esofagectomia   Incidência   Neoplasias esofágicas

Resumo

O câncer de esôfago é o oitavo tipo de câncer mais comum no mundo, sendo 7.930 o número de mortes causado pela doença em 2016. A esofagectomia é a técnica mais indicada para a resolução dos casos, entretanto, apresenta alto índice de morbimortalidade. Estratégias como o correto manuseio das vias aéreas, controle hemodinâmico e de administração de fluidos e analgesia adequada podem reduzir complicações. Método: O estudo será retrospectivo através da análise de prontuários eletrônicos da instituição. Os dados serão coletados de prontuários eletrônicos dos pacientes registrados no ICESP com o diagnóstico médico de câncer de esôfago durante o período de 2010 a 2015, que foram submetidos a esofagectomias videolaparoscópicas. Objetivos: Identificar as principais complicações clínicas pós-operatórias em esofagectomias videolaparoscópicas e analisar o uso drogas vasoativas como fator de risco. Mortalidade em 30 dias e análise da associação de biomarcadores inflamatórios. Análise estatística: Será realizada a análise descritiva e univariada da população quanto aos desfechos primários e secundários. Variáveis contínuas serão comparadas com o teste t-Student e as variáveis categóricas com teste qui-quadrado ou teste exato de Fisher ou teste da razão de verossimilhança. De posse destes dados, será possível revisar os protocolos e condutas da instituição visando a melhoria contínua da qualidade assistencial aos pacientes cirúrgicos. (AU)