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A sombra da liberdade: discursos sobre o Brasil e o mundo nas artes plásticas brasileiras da década de 1950

Processo: 17/17677-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2018
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Humanas - História - História Moderna e Contemporânea
Pesquisador responsável:Gabriel Ferreira Zacarias
Beneficiário:Marcos Pedro Magalhães Rosa
Instituição-sede: Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Artes plásticas   Expressionismo abstrato   Abstracionismo   Bienais de arte   Século XX   Brasil

Resumo

A recepção brasileira do expressionismo abstrato, nas oito primeiras Bienais de São Paulo, testemunha a migração do eixo internacional da arte de Paris para Nova Iorque, e uma querela doméstica sobre como deveríamos narrar e construir uma tradição nacional da pintura. Dessa maneira, abordaremos essa recepção nas Bienais de 1951 a 1965, posicionando-a num jogo global, no qual França, Brasil e Estados Unidos da América estão se reinventando. Interessa-nos a forma como se construiu uma imagem de Brasil frente às noções de modernismo que os franceses e os norte-americanos empreendiam. A noção de centro e periferia será então enquadrada numa visão retrospectiva, numa narrativa do modernismo situada após o surgimento da "global art", capaz de abarcar a instabilidade do centro que, naquele momento, não estava dado, mas em construção e em disputa. (AU)