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Instrumentos de co-design em edifícios de assistência à saúde

Processo: 17/14234-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2017
Vigência (Término): 30 de novembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Arquitetura e Urbanismo - Tecnologia de Arquitetura e Urbanismo
Pesquisador responsável:Márcio Minto Fabricio
Beneficiário:Monique Malvestio de Santi
Instituição-sede: Instituto de Arquitetura e Urbanismo de São Carlos (IAU). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Edifícios de saúde   Arquitetura de instituições de saúde   Processo de projeto   Ambiente de instituições de saúde   Design participativo   Satisfação do paciente

Resumo

O projeto de edifícios de saúde é caracterizado por grande complexidade, uma vez que é fundamental assegurar funcionalidade e eficiência operacional à edificação. Para que isso ocorra, é necessário um amplo conhecimento em relação à dinâmica de atividades que nele ocorre. Entretanto, os arquitetos, de modo geral, não possuem profundo conhecimento acerca dessas atividades. Diante disso, a literatura indica o potencial envolvimento de usuários no processo de projeto de edifícios de assistência à saúde para garantir a compatibilização entre o projeto do espaço físico e os serviços prestados. Em vista disso, esta pesquisa tem como base de estudo o nível de co-design, o qual considera o envolvimento efetivo do usuário e apresenta grande potencialidade em fornecer benefícios relevantes no processo de projeto. Assim, busca-se elencar quais são os possíveis instrumentos capazes de viabilizar o co-design, com o objetivo de agregar ao projeto os conhecimentos relativos à própria utilização da edificação e, dessa forma, assegurar a qualidade dos serviços prestados em favor do atendimento da população. Além disso, pretende-se aprofundar o estudo relativo às diferentes categorias de usuários presentes nesses edifícios - sobretudo, aqueles que são responsáveis por proverem os serviços, como médicos e enfermeiros e os que se beneficiam dos serviços prestados por eles, no caso os pacientes - uma vez que o entendimento da dinâmica existente entre eles, relativa às atividades inerentes aos edifícios de assistência à saúde, é imprescindível para o desenvolvimento de uma linguagem comum objetivando a concepção em conjunto de um projeto que atenda as demandas existentes. (AU)