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Relação entre carryover e persistência do quinclorac em solos

Processo: 17/20497-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2018
Vigência (Término): 02 de março de 2019
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Kassio Ferreira Mendes
Beneficiário:Felipe Gimenes Alonso
Instituição-sede: Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):18/09345-4 - Sorção-dessorção do glifosato e seu metabólito, ácido aminometilfosfônico, em solo de várzea, BE.EP.IC
Assunto(s):Degradação   Resíduos de pesticidas em plantas   Herbicidas   Degradação do solo   Meia-vida   Plantio

Resumo

Resíduos do herbicida quinclorac causam fitointoxicação às culturas sensíveis em rotação com o arroz, devido à alta persistência do produto no solo, fenômeno conhecido como carryover. Não há estudos na literatura que relacionem a persistência e o carryover do quinclorac em solo, que são propriedades essenciais para evitar a fitotointoxicação em culturas de rotação. Diante do exposto, o objetivo deste trabalho é avaliar a relação existente entre o RL50 (tempo de meia-vida em que 50% do resíduo do herbicida na solo causa fitointoxicação em uma cultura sensível) e DT50 (tempo de meia-vida em que 50% da quantidade de herbicida aplicada inicialmente no solo é degrada) do carryover e a persistência, respectivamente, do herbicida quinclorac em cinco solos. As amostras de solo serão coletadas de áreas cultivadas em cinco locais diferentes com textura contrastante. Os experimentos de persistência (degradação) serão realizados com 14C-quinclorac, sendo possível quantificar os resíduos ligados, resíduos extraídos (produto parental e metabólitos) e mineralizados. Será utilizado um bioindicador - tomate (Solanum lycopersicum), sensível ao quinclorac para avaliar a fitointoxicação proporcionado pelo herbicida aos 1, 30, 60, 90, 120, 180, 240 e 360 dias após a aplicação. Correlação de Pearson será realizada entre o DT50 e o RL50. Com as informações geradas neste trabalho, será possível prever o tempo necessário para o plantio seguro de uma cultura em sucessão, sem causar carryover com resíduos do herbicida, e saber o quanto o DT50 condiz com o RL50. (AU)

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