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Junções P-N em nanofios semicondutores III-V: uma plataforma para estudos aplicados

Processo: 15/24271-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2018
Vigência (Término): 29 de fevereiro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Física - Física da Matéria Condensada
Pesquisador responsável:Mônica Alonso Cotta
Beneficiário:Bruno César da Silva
Instituição-sede: Instituto de Física Gleb Wataghin (IFGW). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/10957-0 - Interação Xylella fastidiosa-inseto vetor-planta hospedeira e abordagens para o controle da clorose variegada dos citros e cancro cítrico, AP.TEM
Assunto(s):Materiais nanoestruturados   Semicondutores   Nanofios   Xylella fastidiosa

Resumo

Nanofios semicondutores III-V têm demonstrado potencial para aplicações em diversas áreas desde a Optoeletrônica até o uso em biossensoriamento. Neste trabalho, pretendemos estudar o crescimento de nanofios semicondutores III-V dopados in situ, contendo junções P-N (axiais e/ou radiais) formando arrays, que servirão de plataformas para estudos aplicados. Nosso objetivo é, primeiramente, contribuir para a discussão na literatura do mecanismo de crescimento e incorporação de dopantes em nanofios III-V crescidos segundo o modelo vapor-líquido-sólido. Para tal, pretendemos controlar a morfologia e estrutura cristalina dos nanofios de GaP (e/ou InP) dopados, encontrando condições nas quais possamos crescer junções P-N com o GaP permanecendo na fase hexagonal (que possui band gap direto e emissão no verde). Em um segundo momento, a partir destes arrays, buscaremos estudar o potencial destes nanofios para o desenvolvimento de células solares mais eficientes, explorando fenômenos decorrentes de suas reduzidas dimensões e morfologia característica como, por exemplo, o aprisionamento da luz devido a efeitos de ressonância segundo as dimensões do nanofio. Estes arrays contendo junções P-N ainda servirão de substrato para estudos da interação entre a bactéria Xyllela fastidiosa e estes nanosistemas, que podem atuar como sondas miniaturizadas, tanto para compreensão do processo de adesão bacteriana quanto para sua eventual aplicação a processos tecnológicos. (AU)

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