| Processo: | 17/21926-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Pesquisa |
| Data de Início da vigência: | 09 de maio de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 08 de maio de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Vanessa Carregaro Pereira |
| Beneficiário: | Vanessa Carregaro Pereira |
| Pesquisador Anfitrião: | Fabienne Tacchini-Cottier |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Université de Lausanne (UNIL), Suíça |
| Vinculado ao auxílio: | 13/08216-2 - CPDI - Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias, AP.CEPID |
| Assunto(s): | Neutrófilos Imunoparasitologia Leishmaniose cutânea |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Inflamação crônica | Leishmaniose Cutânea | neutrófilos | resposta imune adaptativa | resposta imune inata | Imunoparasitologia |
Resumo Os neutrófilos são geralmente os primeiros fagócitos a migrarem para o foco infeccioso durante infecção pelos parasitas do gênero Leishmania. Seu efeito protetor está diretamente associado à sua capacidade de fagocitar, ativar e eliminar os parasitos. Após a ingestão, as partículas do patógeno são eliminadas através de mecanismos oxidativos e não oxidativos. Os mecanismos oxidativos envolvem a produção de espécies reativas de oxigênio (ROS) através da enzima NADPH oxidase e não oxidativas pela liberação de peptídeos e proteases antimicrobianas, bem como extrusão de conteúdos nucleares para formar armadilhas extracelulares de neutrófilos (NETs). Embora os neutrófilos exibam funções efetoras, essas células também são exploradas por Leishmanias para evadir o sistema imunológico e promover a disseminação do parasita. Os mecanismos pelos quais os neutrófilos interferem no desenvolvimento de resposta imune efetora ainda não estão claros. Sabe-se que durante a infecção por L. mexicana, o parasita é sequestrado por neutrófilos é há inibição do recrutamento e funções efetoras de células dendríticas que afetam o direcionamento da resposta imune protetora do perfil Th1. Como consequência, há a disseminação dos parasitas e o desenvolvimento de lesões crônicas. Assim, propomos que para sobreviver no interior hostil de neutrófilos, as Leishmanias sp alteram seus fatores de virulência os quais influenciam na função subversiva de neutrófilos no início da infecção, interferindo e/ou bloqueando a geração de uma resposta imune adaptativa efetora e promovendo a propagação do parasita, objetivo central desse projeto. (AU) | |
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