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Entrando na era Filogenômica (fase BEPE): avanços na sistemática de tropiduríneos devem revelar as origens de uma complexa radiação de lagartos sulamericanos

Processo: 17/20235-3
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2018
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Taxonomia dos Grupos Recentes
Pesquisador responsável:Miguel Trefaut Urbano Rodrigues
Beneficiário:André Luiz Gomes de Carvalho
Supervisor no Exterior: Matthew Kenji Fujita
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa : University of Texas at Arlington (UT Arlington), Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:16/08249-6 - Entrando na era filogenômica: avanços na sistemática de Tropiduríneos devem revelar as origens de uma complexa radiação de lagartos sulamericanos, BP.PD
Assunto(s):Biogeografia   Sistemática

Resumo

No projeto pós-doutoral submetido à FAPESP, nós afirmamos que nossa meta era examinar pela primeira vez, em uma escala continental, a identidade, origem, e história biogeográfica de uma das mais diversas radiações de lagartos sul-americanos: os tropiduríneos. Para isso, necessitamos empreender técnicas avançadas de sequenciamento (sequenciamento de nova geração, NGS) e analisar bases de dados verdadeiramente amplas. O estágio BEPE permitirá ao pós-doc beneficiário ir em direção a essas metas científicas e práticas. É por essa razão que nós listamos na proposta pós-doutoral original para a FAPESP o programa BEPE como um recurso necessário a ser solicitado em seguida. Em geral, objetivamos (1) produzir uma classificação monofilética de tropiduríneos; (2) elucidar e descrever diversidade taxonômica neste grupo; e (3) investigar sua história biogeográfica e de diversificação. Ao longo do estágio BEPE, a maior parte do esforços será concentrada no aprendizado e execução de métodos de NGS e ferramentas de bioinformática para análise de bases de dados amplas, tanto multi-locus quanto em nível genômico. Mais especificamente, nós esperamos (i) ter acesso a recursos tecnológicos avançados, laboratórios moleculares, e treinamento em bioinformática na Universidade do Texas em Arlington; (ii) produzir quantidades massivas de dados de sequencia de DNA; (iii) aprender e desenvolver métodos analíticos filogenômicos e biogeográficos; (iv) produzir publicações revisadas por pares de alto impacto; (v) estabelecer colaborações internacionais com cientistas que estão liderando os campos da filogenômica, bioinformática, evolução genômica e biogeografia. (AU)