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Emprego de óxidos metálicos como agentes catalisadores de géis clareadores experimentais: avaliação química, biológica e estética

Processo: 17/23064-5
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2018
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Materiais Odontológicos
Pesquisador responsável:Carlos Alberto de Souza Costa
Beneficiário:Victoria Rech de Castro
Instituição Sede: Faculdade de Odontologia (FOAr). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil
Assunto(s):Peróxido de hidrogênio   Clareamento de dente   Toxicidade   Sobrevivência celular   Estresse oxidativo   Biologia celular
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:clareamento dental | polpa dental | Toxicidade | Biologia Celular

Resumo

Terapias clareadoras que empregam géis a base de peróxido de hidrogênio (H2O2) apresentam eficácia clínica comprovada, no entanto, a sensibilidade pós-tratamento é o principal efeito clínico adverso resultante das técnicas de clareamento dental. Tem sido demonstrado que a intensidade dos efeitos adversos das técnicas de clareamento tem correlação direta com o H2O2 residual capaz de atingir o tecido pulpar. Estudos têm demonstrado que a adição de substâncias capazes de catalisar a degradação do H2O2 em géis clareadores pode aumentar a eficácia clareadora do produto e também reduzir a difusão trans-amelodentinária de H2O2 residual. Desta forma, o objetivo do presente estudo será manipular géis clareadores experimentais com reduzidas concentrações de H2O2 (10% e 20% de H2O2) associados aos catalisadores químicos óxido de manganês (MnO) e óxido ferro-manganês (MnFeO). Os géis clareadores serão manipulados a partir de uma solução com 35% H2O2, sendo o espessante destes géis formulados a partir do composto ácido poliacrílico contendo ou não 1 mg/mL de MnO ou MnFeO. Será avaliada a produção total de radicais livres e íons hidroxila destes géis. Para as análises de citotoxicidade, discos de esmalte/dentina com 3,5 mm de espessura serão submetidos a um protocolo de manchamento intrínseco com chá preto. Os discos serão adaptados em câmaras pulpares artificiais, e o conjunto será posicionado em placas de 24 compartimentos contendo 1 mL de meio de cultura, sendo o clareamento realizado na superfície de esmalte por 45 minutos. Os componentes de difusão trans-amelodentinária serão aplicados por 1 hora sobre células pulpares previamente semeadas em placas de cultura de 96 compartimentos. Serão avaliadas a viabilidade celular (MTT) e o estresse oxidativo (H2DCFDA). A alteração de cor dos discos será mensurada por meio de um espectrofotômetro de reflexão UV (CIE L*a*b*). Os dados numéricos serão submetidos a análise estatística específica. (AU)

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