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Modificação de amido de mandioca por oxidação com ozônio para a elaboração de filmes biodegradáveis

Processo: 17/05307-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2018
Vigência (Término): 31 de maio de 2020
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Engenharia de Alimentos
Pesquisador responsável:Pedro Esteves Duarte Augusto
Beneficiário:Carla Ivonne La Fuente Arias
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Assunto(s):Ozônio   Mandioca

Resumo

Os filmes biodegradáveis produzidos a partir de amido têm ganho destaque, devido ao interesse pela sustentabilidade ambiental. A modificação do amido é utilizada para melhorar as características de sua forma nativa, que é limitada pela natureza. As modificações químicas são os métodos, comumente, mais utilizados em escala industrial. Entretanto, grandes quantidades de águas residuais são geradas, estas contendo substâncias que devem ser tratadas para não impactar o meio ambiente. Por outro lado, a oxidação por ozônio é considerada uma metodologia de modificação do amido, com baixo impacto, tanto para os consumidores quanto para o meio ambiente. Como a aplicação de esta tecnologia ainda é incipiente, poucos estudos sobre a modificação do amido pelo ozônio são relatados na literatura. De fato, no Brasil, a modificação de amido por ozônio começou a ser estudada recentemente e ainda não existe nenhum estudo sobre as aplicações deste material modificado. Este projeto pretende estudar a produção e a caracterização de filmes biodegradáveis, produzidos a partir de amido de mandioca modificado com ozônio, com potencial uso como embalagem na indústria de alimentos. A modificação e a caracterização do amido modificado de mandioca (estrutura e propriedades) serão realizadas no Laboratório de Engenharia de Processos da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ/USP). Os filmes biodegradáveis serão produzidos e avaliados em relação às suas propriedades de superfície, mecânicas, térmicas, barreira e morfologicas, em colaboração com a Profa. Dra. Carmen Cecilia Tadini, do Laboratório de Engenharia de Alimentos (LEA) do Centro de Pesquisa em Alimentos (FoRC) na Universidade de São Paulo (USP). Esse estudo faz parte do projeto CNPq PVE 401004/2014-7.

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