| Processo: | 17/12859-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 29 de dezembro de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - História - História do Brasil |
| Pesquisador responsável: | Lucilene Reginaldo |
| Beneficiário: | Livia Maria Tiede |
| Instituição Sede: | Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/21979-5 - Entre a escravidão e o fardo da liberdade: os trabalhadores e as formas de exploração do trabalho em perspectiva histórica, AP.TEM |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 18/22875-2 - O associativismo negro visto pela trajetória de Frederico Baptista de Souza - São Paulo (1870-1940), BE.EP.DR |
| Assunto(s): | São Paulo Biografias Pós-abolição Associativismo negro |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Associativismo Negro | Biografia | imprensa negra | Movimento Negro | Pós-Abolição | São Paulo | Pós-abolição |
Resumo Proponho investigar o associativismo negro em São Paulo tendo como guia e fio condutor a trajetória de Frederico Baptista de Souza. Ele foi, em seu tempo, um reconhecido líder de clubes e associações, e também exerceu influência em diversas folhas da imprensa negra. Ainda pouco conhecida, a sua longa história de militância remonta aos últimos anos do século XIX e se prolonga, seguramente, até pelo menos o início da década de 1930. A interação de Frederico com outros dirigentes do movimento negro permite entrever disputas políticas que acabaram subsumidas tanto da bibliografia, quanto dos relatos posteriores escritos por memorialistas. A descoberta de contendas eclipsadas deve externar aspectos inéditos de grupos importantes, tais como o Clarim d'Alvorada, a Sociedade Cooperadora Clarim d'Alvorada e a Frente Negra Brasileira - nos quais ele exerceu funções em momentos cruciais de organização. Para além de sua atuação em clubes e jornais negros, ele esteve envolvido em partidos políticos e confrarias religiosas, e foi funcionário público da Faculdade de Direito por mais de 40 anos. A pesquisa por dentro de sua experiência individual deve fornecer uma compreensão mais ampla sobre o movimento negro paulistano, e expandir as noções acerca das alianças com outros setores organizados da sociedade. Desse modo, possibilitará novas interpretações historiográficas sobre o associativismo negro durante o período do pós-abolição na cidade de São Paulo. | |
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