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A arquitetura entre a infraestrutura metropolitana e o desenho urbano: caminhos para a concepção de estações e terminais e a contribuição do grand Paris Express

Processo: 17/23843-4
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 01 de maio de 2018
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Arquitetura e Urbanismo - Projeto de Arquitetura e Urbanismo
Pesquisador responsável:Anália Maria Marinho de Carvalho Amorim
Beneficiário:Luísa Augusta Gabriela Teixeira Gonçalves
Supervisor no Exterior: Dominique Anna Daisy Rouillard Ep. Guiheux
Instituição-sede: Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa : Ecole Nationale Supérieure d'Architecture Paris-Malaquais, França  
Vinculado à bolsa:16/03250-6 - Objetos urbanos: diálogos entre arquitetura, infraestrutura e metrópole nas estações de Metrô de São Paulo, BP.DR
Assunto(s):Projeto de arquitetura   Metrópoles

Resumo

Este trabalho é parte da pesquisa de doutorado da autora sobre estações e terminais de mobilidade em São Paulo. Propõe nesta etapa um estudo sobre o projeto de expansão do metrô parisiense denominado Grand Paris Express, visando ampliar o conhecimento sobre o tema. Considerado o maior projeto desse tipo em desenvolvimento na Europa, o plano prevê a construção de quatro novas linhas, a extensão de duas existentes e sessenta e oito estações. Para a arquitetura e para o planejamento urbano, é uma importante fonte de conhecimento, e pode trazer grandes contribuições para pensar a expansão do metrô de São Paulo e os desafios contemporâneos para o projeto de estações e terminais. Bem como a pesquisa no Brasil, em Paris o caminho de análise percorrerá a rede de metrô de forma transversal, da rede ao subterrâneo na estação. Os projetos do sistema de mobilidade têm um histórico de representação simbólica sobre futuro da cidade, e cada vez mais adquirem novas funções e importâncias. Será analisada como se dá a relação entre os espaços subterrâneos e acima do nível da rua, quando o projeto compõe a estação como nova edificação e quando adquiri caráter de monumentalidade. Além disso, serão discutidas a organização política e institucional que dá suporte ao desenvolvimento do plano, suas metas e previsões, considerando o prazo de 2030 para conclusão da nova rede, bem como as propostas de desenvolvimento urbano nas periferias que receberão novas estações. No âmbito do projeto, serão avaliadas as formas de atuação dos arquitetos, através dos concursos externos e demandas internas à organização metropolitana, e as arquiteturas em si. A pesquisa em São Paulo será enriquecida à luz desse novo repertório teórico e projetual. A escala local, do desenho urbano entorno às estações, orienta as demais análises ao questionar o desenho de cidade que se quer construir.