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Caracterização imunoistoquímica dos marcadores CD80 (b7-1) e CD86 (b7-2) em carcinomas espinocelulares orais e orofaríngeos

Processo: 17/23999-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de março de 2018
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Clínica Odontológica
Pesquisador responsável:Jorge Esquiche León
Beneficiário:Kelly Fernanda Molena
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Patologia bucal   Carcinoma de células escamosas   Orofaringe   Boca   Infecções por Papillomavirus   Imuno-histoquímica   Biomarcadores tumorais

Resumo

Mais de 95% das neoplasias malignas da cavidade oral são carcinomas espinocelulares (CECs). Apesar dos avanços no tratamento do CEC oral (CECO), a sobrevida após 5 anos tem permanecido em menos de 50% nos últimos 40 anos. Recentes estudos mostram que o CEC orofaríngeo (CECorof) teve uma mudança no seu perfil clinicopatológico, estando frequentemente associado com infecção pelo papilomavírus humano (HPV), tipicamente afetando pacientes jovens. Interessantemente, em contraste com o CECO, o CECorof possui um melhor prognóstico. Recentes estudos ressaltam o papel das proteínas de superfície celular CD80 (B7-1) e CD86 (B7-2) na tumorigênese, os quais podem agir regulando a resposta imune e proporcionando sinais estimulatórios ou inibitórios através de seus ligantes, alterando assim o reconhecimento imunológico e, consequentemente, a proliferação de células tumorais. Considerando que, os marcadores CD80 e CD86 auxiliam na resposta imune do hospedeiro, podendo ser expressas nas células imunes HLA-DR+, bem como nas células tumorais, é relevante uma detalhada análise desses marcadores no CECO e CECorof. Assim, este estudo tem por objetivo caracterizar os imunomarcadores CD80 e CD86 com a finalidade de compreender melhor o papel dessas moléculas nos mecanismos tumorais do CECO (n=20) e CECorof (n=20), visando estabelecer protocolos imunoterapêuticos e definir um perfil prognóstico nestes pacientes. (AU)