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Compostos bioativos do café e suas implicações sobre o processo de fibrose hepática

Processo: 17/16596-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2018
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica
Pesquisador responsável:Luís Fernando Barbisan
Beneficiário:Gabriel Bacil Prata
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Fibrose   Neoplasias hepáticas   Dietilnitrosamina   Ácido clorogênico   Cafeína   Modelos animais

Resumo

Dados indicam que a fibrose/cirrose hepática é responsável por cerca de um milhão de mortes/ano. A patogênese da fibrose é um processo complexo e dinâmico, envolvendo interações entre matriz extracelular, células estreladas hepáticas (CEHs), macrófagos e metaloproteinases (MMPs). Sob o contexto de fibrose, há maior susceptibilidade ao surgimento do carcinoma hepatocelular, segundo câncer de maior mortalidade no mundo. Por outro lado, o consumo de café está associado a um risco 40% menor de desenvolvimento de fibrose em humanos, enquanto o consumo de café descafeinado não. Dentre as diversas substâncias do café, destacam-se a cafeína, a trigonelina e o ácido clorogênico (ACG) como as mais abundantes. Assim, a presente proposta avaliará se o consumo de cafeína isoladamente ou em combinação com a trigonelina e/ou ACG atenua o processo de fibrose hepática. Para tanto, camundongos C3H/HeJ machos receberão dose única intraperitoneal (i.p.) de dietilnitrosamina (10 mg/Kg peso corpóreo [p.c.], em salina 0.9%) no 14º dia pós-natal. A partir da 8ª até 16ª semana, os animais receberão três doses semanais de tetracloreto de carbono (i.p., dose inicial de 0.25 ¼L/g p.c. e dose máxima de 1.50 ¼L/g p.c.). Além disso, da 7ª até a 17ª semana (1x/dia, 5x/semana), os animais receberão por gavagem cafeína (50 mg/Kg p.c./dia); cafeína e trigonelina (50 e 25 mg/Kg p.c./dia, respectivamente); cafeína e ACG (50 e 25 mg/Kg p.c./dia); cafeína, trigonelina e ACG (50, 25 e 25 mg/Kg p.c./dia) ou somente o veículo (água destilada). Os animais serão eutanasiados ao final da 17ª semana. Amostras hepáticas serão coletadas e destinadas à análise morfométrica de colágeno e determinação do grau de fibrose (Sirius Red), reação de imunoistoquímica para ±-actina de músculo liso (marcador de CEHs ativadas) e F4/80 (marcador de macrófagos), western blot para TGF-²1 e p65 (NF-ºB) e zimografias (MMP-2 e 9). Os dados serão analisados por ANOVA ou Kruskal-Wallis e testes posthoc de Tukey ou Dunn, respectivamente (p<0.05). (AU)

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